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Efacec com carteira de encomendas de 270 milhões; admite interesse na Bulgária

A Efacec tem garantidas encomendas de 270 milhões de euros, o que «corresponde a mais de um ano de trabalhos», adiantou ao Negocios.pt o presidente Cardoso Pinto, acrescentando que admite interesse nos processos de privatizações na Bulgária.

Pedro Santos Guerreiro psg@negocios.pt 26 de Setembro de 2002 às 10:19
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A Efacec tem garantida uma carteira de encomendas de 270 milhões de euros, o que «corresponde a mais de um ano de trabalhos», adiantou ao Negocios.pt o seu presidente Cardoso Pinto, acrescentando que admite interesse nos processos de privatizações na Bulgária.

Cardoso Pinto, em declarações ao Negocios.pt na Bulgária onde integra uma comitiva de empresários nacionais liderada por Jorge Sampaio, afirmou que a diminuição do peso na economia do Estado búlgaro poderá criar oportunidades a médio prazo, numa altura em que os investimentos neste país «sejam mais oportunos» para a empresa.

A empresa tem como actual prioridade terminar o processo de reestruturação com vista à redução de custos, uma operação «está a correr muito bem e acima do planeado», segundo a mesma fonte, acrescentando que as previsões de resultados para este ano «serão cumpridas».

A Efacec salienta que, para além do crescimento em valor da carteira de encomendas, «há um aumento considerável das margens», segundo aquele responsável.

Cerca de 45% da produção da Efacec [EFA] é exportada e Cardoso Pinto quer vender equipamentos de distribuição de energia e transportes também naquela economia de Leste, um país exportador de energia.

A Bulgária está empenhada em atrair investimento estrangeiro e dinamizar as trocas comerciais com Portugal, no âmbito da sua candidatura de adesão à União Europeia.

As principais vantagens da Bulgária são a mão de obra qualificada e barata, onde o salário médio é de 135 euros mensais, e uma baixa tributação fiscal sobre as empresas.

As desvantagens são uma pesada burocracia, elevados índices de corrupção e alguma resistência, por parte das classes dirigentes, à abertura dos mercados.

A empresa controlada pela Têxtil Manuel Gonçalves e Grupo Mello registou um volume de negócios de 234,4 milhões de euros e um prejuízo de 24,9 milhões de euros.

As acções da Efacec seguiam nos 2,78 euros, a subir 1,09%.

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