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EMI recusa oferta de 3,66 mil milhões da Warner

A EMI, terceira maior editora de música do mundo, rejeitou a oferta de compra de 3,66 mil milhões de euros feita pelo grupo Warner Music, afirmando que a sua proposta de compra da Warner é superior.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 28 de Junho de 2006 às 09:28
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A EMI, terceira maior editora de música do mundo, rejeitou a oferta de compra de 3,66 mil milhões de euros feita pelo grupo Warner Music, afirmando que a sua proposta de compra da Warner é superior.

Na sequência da rejeição, as acções da EMI atingiram um máximo de quatro anos. A EMI revelou ainda que a Warner voltou ontem a recusar a sua proposta de compra, que foi melhorada dos 28,5 dólares (22,6 euros) por acção oferecidos em Maio para 31 dólares (24,6 euros) por papel.

A EMI afirma, num comunicado, que «continua a acreditar que a aquisição da Warner Music pela EMI a 31 dólares por acção em dinheiro é muito atractiva para ambos os lados e criaria valor para os accionistas da EMI».

O presidente da EMI, Eric Nicoli, tem tentado durante os últimos seis anos comprar a Warner, uma operação que colocaria a sua empresa no segundo lugar do mercado mundial de música, apenas atrás da Universal.

As acções da EMI atingiram hoje um máximo desde Maio de 2002, ao tocar nos 311 pences. Até ontem as acções da empresa acumulavam um ganho de 17% este ano, dando à EMI um valor de mercado equivalente a 3,24 mil milhões de euros.

Os papéis da Warner, cotados na New York Stock Exchange, caíram ontem 1%, para 27,23 dólares, o que atribui à empresa uma capitalização bolsista equivalente a 3,21 mil milhões de euros, de acordo com informações da Bloomberg.

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