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Empordef reitera que processo de subconcessão do ENVC foi “transparente e concorrencial”

A Empresa Portuguesa de Defesa (Empordef) - que detém a totalidade do capital social dos ENVC – lamenta que o autarca de Viana do Castelo tenha afirmado que o processo constitui “um autêntico caso de polícia”. Presidente da Câmara reúne esta quinta-feira com o Provedor de Justiça.

Ricardo Castelo
Negócios 12 de Dezembro de 2013 às 13:46
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A Empordef garante, em comunicado emitido esta quinta-feira, 12 de Dezembro, que "a decisão de atribuição da subconcessão dos terrenos e infra-estruturas dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo resulta da realização de um procedimento concursal público aberto, transparente e concorrencial".

 

Este comunicado surge na sequência das declarações proferidas esta quarta-feira pelo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo. José Maria Costa, que hoje vai estar reunido com o Provedor de Justiça, afirmou que o processo de subconcessão constitui "um autêntico caso de polícia para a Polícia Judiciária". Nesse sentido, o autarca socialista avançou que vai fazer chegar ao Ministério Público toda a documentação que reuniu sobre o processo.

 

No encontro com o Provedor de Justiça, José de Faria Costa, o Presidente da Câmara vai "entregar todas as provas que diz possuir e que sustentam as dúvidas que, desde o início, lhe suscitou o processo de subconcessão dos ENVC", avança a edição de hoje do jornal "Público".

 

"Vou entregar as provas que tenho, de alguns emails e sms que recebi, de pessoas e empresas indignadas que concorreram ao processo de reprivatização e que ainda hoje esperam sentadas por alguma informação do Governo", disse José Maria Costa, citado pelo "Público".         

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