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Empresas mantêm planos apesar de crise política

A situação política não fez as empresas alterarem, para já, os seus orçamentos que, na maior parte dos casos, estão a basear-se em projecções de crescimento económico para Portugal entre 1,9% e 2%.

Negócios negocios@negocios.pt 06 de Dezembro de 2004 às 08:26
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A situação política não fez as empresas alterarem, para já, os seus orçamentos que, na maior parte dos casos, estão a basear-se em projecções de crescimento económico para Portugal entre 1,9% e 2%.

As empresas não estão a alterar os orçamentos para 2005 com base na actual crise política, segundo o levantamento realizado pelo Jornal de Negócios. Ainda assim, há várias empresas que dizem que o orçamento não está concluído, pelo que, embora não o assumam, pode haver lugar a algumas alterações.

O Grupo José de Mello que garante não ter considerado qualquer alteração ao seu Orçamento para 2005, diz que só em Dezembro realiza "a confirmação ou revisão" dos critérios que estiveram na base desse orçamento.

Segundo o responsável da Cin, que também não altera o orçamento, a empresa "já tinha incorporado como cenário provável este desfecho e por outro lado a gravidade que se pressente na situação económica deixa pouca margem de manobra a qualquer alternativa".

(leia mais no Jornal de Negócios de hoje)

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