Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Empresas nacionais integram consórcio para projecto na NATO

A Edisoft, a OGMA, a EID e o Ineti foram convidados pelo Governo português para integrarem o consórcio da Proposta de Solução Industrial Transantlântica (TIPS), com o objectivo de conceberem o Sistema de Vigilância Terrestre da NATO (AGS).

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 14 de Novembro de 2003 às 14:39
  • Partilhar artigo
  • ...

A Edisoft, a OGMA, a EID e o Ineti foram convidados pelo Governo português para integrarem o consórcio da Proposta de Solução Industrial Transantlântica (TIPS), com o objectivo de conceberem o Sistema de Vigilância Terrestre da NATO (AGS). O contrato está avaliado em 15 milhões de euros.

Rodrigues de Sousa, director da Edisoft, durante a assinatura do contrato, referiu que «este projecto é muito importante, por congregar as nossas sinergias». Considerando as empresas participantes como as melhores nas suas áreas.

«Os 15 milhões de euros é muito pouco», para este tipo de projecto, «mas esperamos que o Governo coloque mais dinheiro».

O Grupo Industrial TIPS - composto pela Empresa Europeia de Defesa Aeronáutica e Espacial (EADS), pela italiana Galileo Avionica, pela General Dynamics Canadá, pela Indra Sistemas, pela norte americana Northrop Grumman e pela francesa Thales.

O TIPS oferece uma solução mista da frota transatlântica que irá de encontro da Capacidade de Operacionalidade Inicial (Initial Operating Capability - IOC) prevista para 2010.

As principais vantagem para os membros da NATO prendem-se com a oportunidade de se envolverem em projectos que beneficiam das mais modernas tecnologias e de reutilizarem ao nível nacional estas mesmas tecnologias.

A TIPS é uma resposta industrial transatlântica que visa dotar a NATO de uma capacidade de vigilância terrestre, que seja capaz de responder às exigências da NATO e que seja, simultaneamente, consistente com as decisões tomadas no Conselho do Atlântico Norte (NAC) e na Conferência de Directores Nacionais de Armamento (CNAD), suportando os objectivos de capacidade transformadora da NATO.

A indústria conta com a participação de 19 nações, com cerca 90 empresas de toda a Aliança apoiados em capitais próprios.

Outras Notícias