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Endesa quer investir mais de mil milhões em Portugal (act)

A Endesa quer investir mais de mil milhões de euros em Portugal nos próximos três anos, anunciaram hoje os responsáveis da maior eléctrica espanhola em conferência de imprensa.

Ana Suspiro asuspiro@mediafin.pt 20 de Junho de 2006 às 17:21
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A Endesa quer investir mais de mil milhões de euros em Portugal nos próximos três anos, anunciaram hoje os responsáveis da maior eléctrica espanhola em conferência de imprensa.

O plano de investimentos de 2005 a 2009 vai privilegiar projectos na área da produção de electricidade com o objectivo de atingir em Portugal uma capacidade de potencia instalada de 1.300 megawatts (MW).

No ano passado, a Endesa investiu 150 milhões de euros na compra da Finerge, empresa de energias renováveis da Somague/Sacyr, explicou o presidente do grupo em Portugal.

Segundo Nuno Ribeiro Silva, a Finerge tem um portfolio para desenvolver 320 MW de potência sobretudo eólica que representará um investimento superior a 300 milhões de euros.

Caso o consórcio onde está com a EDP ganhe o principal lote a concurso, para mais 100 MW, a quota parte da Endesa em matéria de investimento ascenderá a mais 250 milhões de euros. A eléctrica espanhola fixou em 500 MW o objectivo de potência instalada para as energias renováveis, com destaque para a eólica.

Na geração térmica, a Tejo Energia está avançada no desenvolvimento de mais dois grupos a gás natural com potência superior a 800 MW que representarão um investimento de 450 milhões de euros.

A Endesa, que controla quase 40% da Tejo Energia, participa ainda no investimento em reconversão ambiental de 150 milhões de euros na central do Pego.

A eléctrica quer ainda retomar a candidatura com a EDP para dois grupos a gás natural de 400 MW para Sines. O objectivo é ficar a gerir 800 MW de potência instalada em gás natural em Portugal.

A Endesa vai ainda investir na plataforma tecnológica para entrar na venda de electricidade aos clientes domésticos, a partir de Setembro deste ano, mas ainda não sabe quanto terá de investir.

A primeira eléctrica espanhola, em Portugal, desde 1993, registou no ano passado um volume de negócios no mercado nacional superior a 300 milhões de euros.

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