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Estado recebe 88,5 milhões de euros dos CTT, ANA e Anacom

O Estado recebeu, em 2008, 88,5 milhões de euros dos CTT, da ANA e da Anacom. Segundo revelaram hoje o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, na apresentação dos resultados das empresas e institutos tutelados pelo ministério.

Alexandra Noronha anoronha@negocios.pt 15 de Outubro de 2009 às 17:58
O Estado recebeu, em 2008, 88,5 milhões de euros dos CTT, da ANA e da Anacom. Segundo revelaram hoje o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, na apresentação dos resultados das empresas e institutos tutelados pelo ministério.

Em 2005 os dividendos foram de 11 milhões de euros. Os CTT pagaram 46,5 milhões de euros, a ANA 22 milhões de euros e a Anacom 20 milhões de euros em dividendos ao Estado. Paulo Campos salientou que os resultados operacionais das empresas eram, em 2005, de 56 milhões de euros mas este ano devem atingir os 380 milhões de euros, enquanto os resultados líquidos passaram de 35 milhões há quatro anos para 165 milhões previstos para este ano.

Os resultados, que incluíram a avaliação da “performance” da Estradas de Portugal, dos CTT, da ANN, da NAV, da TAP, do INAC, do InIR e do InCI, passaram, como costume, pela avaliação de vários objectivos no que diz respeito às empresas. Globalmente, a Estradas de Portugal registou o melhor resultado, isto apesar de a empresa estar neste momento com um passivo de 15 mil milhões de euros. Seguem-se os CTT e a ANA. Do lado dos institutos quem cumpriu melhor os objectivos foi o INAC, sendo que o governo fez questão de realçar que o InCI, que fiscaliza a construção e imobiliário, não cumpriu os objectivos.

No que diz respeito aos resultados líquidos, os CTT apresentaram, em 2008, lucros de 58,2 milhões de euros, a Estradas de Portugal de 53,3 milhões e a ANA de 44 milhões de euros. Nos institutos, a Anacom liderou o “ranking” com 23,9 milhões de euros de lucros. Também no que diz respeito ao pagamento a tempo e horas, outro dos indicadores que é avaliado, a Estradas de Portugal é a que paga em menos tempo, com 35 dias, seguida da TAP, com 42 dias.

Recorde-se que as administrações portuárias também assinaram contratos, bem como a Carris e a STCP, mas esses resultados não foram apresentados. A CP e a Refer nunca assinaram, ainda que tenha sido prometido várias vezes.

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