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F. Ramada excluída de negociação a 9 de Janeiro

A F. Ramada, que foi alvo de uma OPA potestativa por parte da Cofina, será amanhã excluída de negociação na Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP), anunciou a entidade gestora da Bolsa nacional.

João Mata 08 de Janeiro de 2002 às 19:30
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A F. Ramada, que foi alvo de uma oferta pública de aquisição (OPA) potestativa por parte da Cofina, será amanhã excluída de negociação na Bolsa de Valores de Lisboa e Porto (BVLP), anunciou a entidade gestora da Bolsa nacional.

«Por ter sido publicada a concessão do registo pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) da aquisição potestativa, serão excluídas de negociação, no próximo dia 9 de Janeiro, as acções representativas da totalidade do capital social da F.Ramada [RAMA]», segundo um comunicado divulgado no Boletim de Cotações de hoje.

A Cofina reforçou a sua participação na F.Ramada para os 91,22% dos direitos de voto através de uma OPA lançada sobre a empresa metalúrgica, em que garantiu o controlo de 2.464.926 acções representativas de 82,10% do capital social da companhia.

A OPA potestativa lançada posteriormente permitiu à «holding» de Paulo Fernandes (na foto), adquirir as 237.074 acções que ainda não detinha na F. Ramada, oferecendo 11 euros por cada título, pelo que a operação implicou um investimento de 2,61 milhões de euros.

Uma OPA potestativa pode ser lançada por uma empresa que controla mais de 90% dos direitos de voto de outra, sendo os accionistas minoritários obrigados a alienar a sua posição, depois de concedido o registo pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

A entidade reguladora do mercado de capitais nacional procedeu ao registo da OPA potestativa lançada sobre a F.Ramada na reunião do seu Conselho Directivo realizada a 3 de Janeiro deste ano.

As acções da Cofina encerraram a perder 1,8% para os 2,18 euros.

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