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Falências da GM e Chrysler custariam cerca de 87 mil milhões aos contribuintes

A Chrysler e a General Motors (GM), que pediram ao governo norte-americano uma ajuda adicional de 21,6 mil milhões de dólares (17,07 mil milhões de euros), defendem que deixar as duas empresas entrar em falência custará cinco vezes mais aos contribuintes.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2009 às 12:09
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A Chrysler e a General Motors (GM), que pediram ao governo norte-americano uma ajuda adicional de 21,6 mil milhões de dólares (17,07 mil milhões de euros), defendem que deixar as duas empresas entrar em falência custará cinco vezes mais aos contribuintes.

As duas fabricantes automóveis afirmaram que os custos de reestruturação que o governo teria de suportar, caso a GM e a Chrysler pedissem protecção ao abrigo do já conhecido Capitulo 11 da Lei da Falência, atingiriam cerca de 110 mil milhões de dólares (86,97 mil milhões de euros) para os contribuintes norte-americanos, de acordo com as estimativas avançadas pela Bloomberg.

A falência “criaria um stress insuportável não só para os nossos fornecedores, como para os fornecedores de outros fabricantes automóveis”, afirmou o presidente executivo da Chrysler, Bob Nardelli numa entrevista telefónica, de acordo com a agência noticiosa norte-americana.

“Teria um efeito terrível em toda a indústria automóvel”, acrescentou o responsável.

A General Motors entregou, ontem, a Tim Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, um pedido de mais 16,6 mil milhões de dólares em ajuda, afirmando que necessita, pelo menos, de parte deste montante para sobreviver, isto numa altura em que prepara encerramentos de fábricas e o corte de 47 mil postos de trabalho a nível global.

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