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FCC reclama à Rave menos 7,9 milhões anuais do que Mota-Engil

Além do custo de construção da componente rodoviária da terceira travessia do Tejo (TTT), também a remuneração pedida à Rave durante o período de disponibilidade justifica a diferença de preços propostos no concurso para o troço da Alta Velocidade Lisboa-Poceirão pelo consórcio Tave Tejo, liderado pela FCC, e pelo agrupamento Altavia Tejo, da Mota-Engil.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 27 de Outubro de 2009 às 00:01
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Além do custo de construção da componente rodoviária da terceira travessia do Tejo (TTT), também a remuneração pedida à Rave durante o período de disponibilidade justifica a diferença de preços propostos no concurso para o troço da Alta Velocidade Lisboa-Poceirão pelo consórcio Tave Tejo, liderado pela FCC, e pelo agrupamento Altavia Tejo, da Mota-Engil.

De acordo com as propostas de remuneração apresentadas pelos concorrentes a este troço do eixo Lisboa-Madrid, a Tave Tejo reclama do concedente o pagamento por desempenho de menos 7,9 milhões de euros por ano do que o agrupamento da Mota-Engil na proposta variante. Isto significa uma diferença de quase 285 milhões de euros entre o segundo semestre de 2014 e o primeiro semestre de 2050. No total, e a preços de 2009, o consórcio da FCC reclama uma remuneração por desempenho à Rave de 1.992,4 milhões de euros, quando a melhor proposta do agrupamento da Mota-Engil é de 2.277,2 milhões de euros.

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