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Fernando Pinto: Se abandonar a liderança da TAP deixei "parte da missão cumprida"

"É uma sensação de missão quase completa." Fernando Pinto acredita que a fase de transição da TAP para mãos privadas esteja concluída até ao final do ano. Aí caberá aos novos donos, a que deixa elogios, a decisão de mante-lo ou não na companhia.

Miguel Baltazar/Negócios
Wilson Ledo wilsonledo@negocios.pt 22 de Julho de 2015 às 17:27
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Quando Fernando Pinto chegou à TAP, trazia uma missam bem definida. "Eu vim para a TAP para privatizar a empresa e deixá-la bem". Agora que o processo de privatização está praticamente concluído - aguarda só a "luz verde" de Bruxelas - o actual presidente vê com serenidade o seu futuro na companhia.

"A TAP já teve um crescimento enorme. Três vezes maior do que era quando chegámos. A privatização: estamos cumprindo a missão. E deixá-la bem, diria que é uma consequência", afirmou à margem da cerimónia de entrada da Avianca Brasil na rede Star Alliance, em São Paulo.

 

A continuação de Pinto à frente da TAP está garantida durante o período de transição para as mãos de privados, que o gestor espera que esteja concluída até ao final do ano. "Na fase de transição, é extremamente importante ter uma pessoa que conheça a empresa. Depois, tudo vai depender", admitiu.

 

Num cenário de saída da companhia portuguesa, Fernando Pinto diz que irá com a sensação de que "parte da missão (está) cumprida".

 

O actual presidente da TAP não deixa de elogiar os futuros novos donos de 61% do capital da companhia. E dá vários motivos: a entrada de capital, conhecimento do mercado da aviação por Neeleman e a experiencia de Pedrosa na economia portuguesa. "Temos agora a bordo agora uma pessoa que conhece muito bem o mercado português na área dos transportes", conclui.

 

*Jornalista em São Paulo a convite da Star Alliance

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