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Fernando Ulrich: Guerra accionista "não perturba gestão do BPI"

O bloqueio no processo de desblindagem do BPI ou a OPA do CaixaBank "não perturbou a gestão do banco", garante Fernando Ulrich. O banqueiro recusa dizer se foram tomadas medidas contra o administrador que terá violado o sigilo do conselho da instituição.

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Maria João Gago mjgago@negocios.pt 26 de Julho de 2016 às 18:17
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"No plano accionista, temos a oferta pública de aquisição (OPA) e a questão da desblindagem, mas tudo isso, que tem aspectos muito importantes e complexos, até hoje nunca perturbou a gestão do banco e o relacionamento com os clientes", garantiu Fernando Ulrich quando questionado sobre o facto de a assembleia-geral de sexta-feira, destinada a eliminar o limite de votos, ter sido suspensa.

 

O banqueiro recordou casos como as tentativas de fusão com o BES e o BCP ou a OPA deste último banco para dizer que "não faltam episódios que atraem a atenção dos jornais e com tudo isso o banco ficou imperturbável".

 

Fernando Ulrich recusou dizer se a administração do banco, que reuniu esta terça-feira, tomou alguma acção contra o administrador que, segundo Artur Santos Silva, quebrou o sigilo a que está obrigado, o que terá estado na origem da providência cautelar da Holding Violas Ferreira que travou a desblindagem de estatutos na assembleia-geral de sexta-feira.

 

Recorde-se que a Holding Violas Ferreira apresentou uma providência cautelar que impediu a votação da proposta da administração destinada a eliminar o limite de votos, condição de sucesso da OPA do CaixaBank. O tribunal aceitou a providência porque a acta da reunião do conselho em que foi aprovada a proposta de desblindagem não está aprovada nem assinada.

 

A aprovação e assinatura da acta foram formalizadas na reunião desta terça-feira, confirmou o presidente do BPI. 

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