Banca & Finanças Finanças vêem consenso na perda de privilégios do Banco de Portugal
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Finanças vêem consenso na perda de privilégios do Banco de Portugal

O Executivo já vê quatro pontos em que há entendimento para a reforma da supervisão. Deixou de se comprometer com datas, mas avisa que não vai ficar “tudo na mesma”. Entretanto, as autoridades reforçaram uma entidade que o Governo quer acabar.
Finanças vêem consenso na perda de privilégios do Banco de Portugal
Miguel Baltazar/Negócios
Diogo Cavaleiro 15 de fevereiro de 2018 às 23:10

O Banco de Portugal tem um estatuto diferente do da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ( CMVM) e da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões  (ASF). É ele que preside ao órgã)

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mais votado Paninhos quentes e defesa do status quo, e… 16.02.2018

não fazer grandes ondas, agradar a Gregos e Troianos,
parece ser a preocupação precípua, segundo julgamos intuir.
Medidas visando a consecução de ganhos de especialização,
como a transferência da ASF para a CMVM,
da supervisão dos Fundos de Pensões,
nem sequer foram aventadas,
quiçá por serem tidas como demasiado perturbadoras.
(há indubitavelmente mais similitude
entre a gestão de um fundo de pensões e de um fundo de investimento típico,
do que entre a gestão de ativos dos seguros e dos fundos de pensões)
Fica bem que se evoquem preocupações com custos,
tendo em conta comparações com a supervisão noutros países
(comparações que deveriam ter sido divulgadas, se acaso foram feitas).
Mas tal não poderá de forma nenhuma justificar
que se vá tão-só para tímidas soluções de “paninhos quentes”,
num País em que os cidadãos vão suportar
uma fatura de cerca de 5 mil € por família,
e que gostariam de ver exorcizar com firmeza
a medonha possibilidade de tal se poder vir a repetir.

comentários mais recentes
BdP????? 19.02.2018

Para quê sustentar estes chulos se há um BCE????????????????????????

Paninhos quentes e defesa do status quo, e… 16.02.2018

não fazer grandes ondas, agradar a Gregos e Troianos,
parece ser a preocupação precípua, segundo julgamos intuir.
Medidas visando a consecução de ganhos de especialização,
como a transferência da ASF para a CMVM,
da supervisão dos Fundos de Pensões,
nem sequer foram aventadas,
quiçá por serem tidas como demasiado perturbadoras.
(há indubitavelmente mais similitude
entre a gestão de um fundo de pensões e de um fundo de investimento típico,
do que entre a gestão de ativos dos seguros e dos fundos de pensões)
Fica bem que se evoquem preocupações com custos,
tendo em conta comparações com a supervisão noutros países
(comparações que deveriam ter sido divulgadas, se acaso foram feitas).
Mas tal não poderá de forma nenhuma justificar
que se vá tão-só para tímidas soluções de “paninhos quentes”,
num País em que os cidadãos vão suportar
uma fatura de cerca de 5 mil € por família,
e que gostariam de ver exorcizar com firmeza
a medonha possibilidade de tal se poder vir a repetir.

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