Transportes Frota da Carris vai crescer 10% em três anos

Frota da Carris vai crescer 10% em três anos

A Carris vai ter mais autocarros a circular nos próximos anos e preços mais baixos para os utilizadores. As crianças até aos 12 anos não vão pagar, enquanto o passe dos reformados com mais de 65 anos vai descer para 15 euros.
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Rita Faria 21 de novembro de 2016 às 11:47

A Carris vai adquirir 250 novos autocarros nos próximos três anos, uma medida que visa não só responder às necessidades de reforço da oferta como também de modernização da frota.

O aumento líquido da frota será de 10% - mais 70 viaturas - resultante de um investimento de 60 milhões de euros, previsto até ao final de 2019. A empresa pública de transportes vai ainda contratar 220 motoristas e apostar na qualificação dos funcionários, com a abertura de um centro de formação de condutores. 


As medidas, que fazem parte do plano estratégico da empresa para os próximos três anos, foram anunciadas esta segunda-feira, 21 de Novembro, na cerimónia de assinatura do memorando de entendimento que prevê a passagem da gestão da Carris para a Câmara Municipal de Lisboa a partir de 1 de Janeiro de 2017.

Além da actualização da frota, o plano para a Carris passa ainda por uma redução dos preços "para os que foram mais afectados" nos últimos anos, segundo o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina. Assim, as crianças entre 4 e 12 anos vão passar a ter um passe social gratuito, enquanto o passe dos reformados com mais de 65 anos vai descer de 26,75 euros para 15 euros.  

No primeiro semestre do próximo ano, a Carris espera ainda disponibilizar wi-fi gratuito em todos os autocarros e uma aplicação para smartphones, onde os utilizadores vão poder consultar os tempos de espera e os melhores percursos para o destino pretendido.

Carris vai ter nova Rede de Bairros. O arranque é em Marvila

Ao longo dos próximos três anos a Carris vai implementar também a Rede de Bairros - 21 novas linhas pensadas para as deslocações dos lisboetas no dia-a-dia, ligando os pontos centrais de cada bairro, como o centro de saúde, o mercado e as escolas. 

"Esta rede serve para unir pontos centrais de um bairro", com "regularidade e pouco tempo de espera", adiantou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa. "Uma grande parte das necessidades das pessoas está nas proximidades das suas residências". 

Segundo Fernando Medina, a implementação desta nova rede exigirá alterações à existente "para evitar excessos e redundâncias". O projecto arranca na freguesia de Marvila. 





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