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Galp aumenta gasolinas em mais de dois cêntimos

A Galp Energia subiu hoje os preços dos combustíveis, aumentando em 2,4 cêntimos os preços das duas gasolinas e em um cêntimo o gasóleo.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 08 de Abril de 2005 às 11:03

A Galp Energia subiu hoje os preços dos combustíveis, aumentando em 2,4 cêntimos os preços das duas gasolinas e em um cêntimo o gasóleo.

A partir de hoje a Galp recomenda que o litro da gasolina sem chumbo 95 octanas seja vendido a 1,109 euros, o que compara com os 1,085 euros praticados até ontem e desde Sábado. O preço da gasolina sem chumbo 98 octanas aumentou para 1,174 euros, face aos 1,15 euros.

O litro do gasóleo teve um aumento menor, de um cêntimo, passando de 0,899 euros para os 0,909 euros.

A BP também aumentou esta semana os preços das gasolinas. A BP recomenda que o litro da gasolina 95 custe 1,086 euros, o que representa um aumento de 0,9 cêntimos por litro face aos 1,077 euros. O preço de referência do litro do gasóleo manteve-se inalterado nos 0,897 euros.

Apesar do petróleo estar a registar hoje a quinta queda consecutiva, na segunda-feira atingiu novos máximos, com o «brent», negociado em Londres, a atingir os 57,65 dólares e o crude, transaccionado em Nova Iorque, a negociar nos 58,28 dólares. O desfasamento entre o valor do produto refinado e os combustíveis é de quatro a cinco dias, segundo explicou em Fevereiro ao Jornal de Negócios Online António Túlio, director de comunicação da Galp.

Um dos factores que influencia os preços dos combustíveis acabados (gasolina e gasóleo) é a pressão que os EUA exercem na mudança de estação. O mercado norte-americano usa diferentes tipos de gasolina no Verão e no Inverno e na transição exercem pressão no mercado porque renovam os seus «stocks» daquela matéria, de acordo com declarações do mesmo responsável.

Nos EUA tem-se registado um decréscimo das reservas de gasolina, o que aumenta a preocupação em relação à produção das refinarias antes do pique da procura de gasolina que ocorre no Verão. A agravar a situação, as refinarias já estão a operar perto da sua capacidade máxima.

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