Energia Galp considera que Shell veio dar "mais músculo" à produção no Brasil

Galp considera que Shell veio dar "mais músculo" à produção no Brasil

A energética nacional aplaude a chegada da petrolífera anglo-holandesa à produção no Brasil.
Galp considera que Shell veio dar "mais músculo" à produção no Brasil
Petrobrás
André Cabrita-Mendes 15 de março de 2016 às 11:06

A Galp considera que a entrada da Shell é uma mais valia para a produção no Brasil. A chegada da petrolífera anglo-holandesa ao Brasil aconteceu este ano depois da compra do BG Group em 2015 por 60 mil milhões de euros.

 

"A Shell deu mais músculo à parceria, fortaleceu-a", disse o director executivo da Galp para o petróleo, Thore Kristiansen, esta terça-feira, 15 de Março, durante o "Capital Markets Day", que decorre em Londres.

 

A Shell é parceira da Galp no campo de Lula-Iracema, que a Galp qualificou de elevado potencial. Nesta área, seis dos 10 navios plataforma (FPSO) já estão a operar, com 82 poços a operar dos 152 poços planeados.

 

Thore Kristiansen sublinhou que é no campo de Lula-Iracema que se encontram 10 dos 12 melhores poços produtores no Brasil, com Iracema, Sapinhoa e Iracama a ocuparem o pódio. Já no campo de grande Iara, a produção na área de Atapu Sul e Berbigão-Sururu tem início em 2018.

 

Uma das parcerias entre as duas empresas no Brasil é no Bloco BM-S-11, detido pela Petrobras em 65%, pela Shell em 25% e pela Galp em 10%.

 

*O jornalista viajou para Londres a convite da Galp




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