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Garcia, Garcia amplia japonesa Uchiyama em Viana

A Japonesa Uchiyama, que produz vedantes para rolamentos em Viana, escolheu a Garcia, Garcia para executar as obras de ampliação da sua fábrica, num investimento que deverá totalizar 10 milhões de euros.

Rui Neves ruineves@negocios.pt 21 de Abril de 2016 às 18:51
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A construtora Garcia, Garcia, especializada no sector industrial, está a edificar a expansão da fábrica do grupo japonês Uchiyama Manufacturing Corporation (UMC) em Viana do Castelo, onde produz vedantes, rolamentos e juntas para a indústria automóvel.

Esta ampliação fabril da unidade da Uchiyama, instalada na Zona Industrial do Neiva, tem previsto um investimento total de cerca de 10 milhões de euros – 7,5 milhões em equipamentos e 2,5 milhões na construção da nova nave industrial.

Em causa está a construção de duas novas áreas – dois mil metros quadrados destinados a armazenagem e expedição de produção e 280 metros quadrados para um novo bloco social, a que acresce a construção de um novo edifício independente, de quase cinco mil metros quadrados, para zonas fabris e de produção.

"Todos os trabalhos estão a ser realizados enquanto a fábrica continua a laborar, tendo sido planeados pela construtora de modo a terem um impacto reduzido na actividade normal da empresa. De salientar ainda que a ampliação da área do edifício existente destinada a armazenagem foi concluída em apenas quatro meses, correspondendo o tempo de execução às necessidades mais prementes da Uchiyama", explica a Garcia, Garcia, em comunicado.

Fundada em 1898, a UMC é especialista na produção de vedantes de rolamentos e juntas para o sector automóvel, vedantes e cápsulas para garrafas, além de materiais de construção e de embalagem, e dispõe de sete unidades fabris no Japão, mais seis distribuídas por Portugal, Estados Unidos, China e Vietname.

Com este aumento da sua capacidade de produção em Viana, o grupo japonês estima criar mais 30 novos postos de trabalho, que irão juntar-se aos actuais 400.

Em Viana do Castelo, onde se instalou há 20 anos, o grupo nipónico fechou o ano de 2014 com uma facturação de 22,8 milhões de euros, dos quais apenas cerca de 400 mil euros foram gerados no nosso país – a taxa de exportação ultrapassa assim os 98%. A produção que saiu da fábrica de Viana em 2014 destinou-se sobretudo ao mercado da União Europeia (18,8 milhões de euros).

"A Garcia, Garcia volta, assim, a ser o parceiro escolhido por uma multinacional a investir em Portugal depois de ter concluído, há poucos meses, a primeira fábrica da francesa Eurocast em Arcos de Valdevez e de ter arrancado recentemente com as construções do novo Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da Bosch Termotecnologia, e da segunda unidade da brasileira WEG no país, em Santo Tirso", enfatiza a empresa de Moreira de Cónegos, de cuja administração Miguel Garcia (na foto) faz parte. Este conjunto de investimentos totaliza 61,8 milhões de euros. 

 

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