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Gestão de Insolvência da Marsans pede mais tempo para escrever relatório

Um total de credores entre os 60 mil e os 80 mil faz com que a administração temporária tenha pedido um prolongamento do prazo de entrega de relatório de insolvência.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 22 de Setembro de 2010 às 15:35
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A gestão de insolvência da Viagens Marsans solicitou o prolongamento de um mês no prazo para elaborar o relatório de insolvência da empresa. Inicialmente, a entrega teria de ser a 29 de Setembro mas os gestores pediram mais tempo devido ao elevado número de credores da empresa, diz o “Cínco Dias”.

São entre 60 mil e 80 mil os credores e agora aquela gestão terá de rever toda a documentação que lhes diga respeito, de acordo com o documento que enviaram ao tribunal.

A publicação espanhola adianta que dos credores fazem parte bancos, empresas de viagens e serviços e também os particulares que tinham bilhetes comprados.Esta administração provisória acrescenta no documento que a empresa “possui activos de difícil valoração (participações, acções em múltiplas sociedades, direitos de cobrança, etc.) tendo a gestão de insolvência que realizar um exame de solvência das sociedades de que a Viagens Marsans é accionista ou credora, para poder avaliar devidamente o valor do activo”.

O pedido de entrada em falência aconteceu depois da transferência da empresa dos proprietários anteriores para a empresa Posibilitumm, especialista na gestão e liquidação de companhias em risco de bancarrota. A Lei de Insolvência espanhola estabelece um prazo de dois meses para a realização do relatório mas tendo em conta que é um processo complexo defende-se a gestão de insolvência ao dizer que é justificável um adiamento da entrega do documento.
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