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Glaxo e Bayer obtêm autorização para concorrer contra Viagra

As vendas de 1,7 mil milhões de dólares (1,53 mil milhões de euros) que a farmacêutica Pfizer regista anualmente com o Viagra vão passar a ser disputadas pela GlaxoSmithKline e a Bayer que viram ontem o seu tratamento Levitra aprovado nos EUA.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 20 de Agosto de 2003 às 14:11
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As vendas de 1,7 mil milhões de dólares (1,53 mil milhões de euros) que a farmacêutica Pfizer regista anualmente com o seu medicamento Viagra vão passar a ser disputadas pelas congéneres GlaxoSmithKline e a Bayer que viram ontem o seu tratamento Levitra aprovado pelas autoridades norte-americanas.

As farmacêuticas britânica Glaxo e alemã Bayer anunciaram ontem que o seu tratamento contra a impotência, o Levitra, foi aprovado e a sua comercialização autorizada pela Food & Drug Administration (FDA), autoridade reguladora do mercado norte-americano.

Os dois grupos farmacêuticos esperam que as vendas do novo tratamento atinjam valores anuais de 1,1 mil milhões de dólares (990 milhões de euros).

Em entrevista às agências noticiosas internacionais, a administração das duas companhias avançaram que o preço inicial de venda do Levitra deverá ser «ligeiramente inferior» ao do concorrente Viagra, que pode atingir até oito dólares (7,19 euros) por comprimido nos EUA.

Em Portugal, o preço do Viagra atinge 38,16 euros para uma embalagem de quatro comprimidos de 50 miligramas (mg) e 46,30 euros por quatro comprimidos de 100 miligramas.

A GlaxoSmithKline e a Bayer deverão agora investir entre 89,92milhões a 200 milhões de euros ainda este ano numa campanha de «marketing» para lançar o seu produto, segundo as estimativas dos analistas do sector.

As acções da Glaxo estavam a cair 1,13% na bolsa de Londres, para 12,26 libras (17,58 euros), enquanto a Bayer subia na bolsa de Frankfurt 2,37%, para 19,90 euros.

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