Empresas Governo aprova a venda da EGF à Mota-Engil

Governo aprova a venda da EGF à Mota-Engil

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF) tendo seleccionado a oferta apresentada pelo consórcio SUMA, da Mota-Engil, que apresentou uma oferta mais de 50% superior à média das avaliações da empresa.
Governo aprova a venda da EGF à Mota-Engil
Miguel Prado 18 de setembro de 2014 às 13:52

Já se sabia que na avaliação da Parpública a Mota-Engil foi classificada em primeiro lugar, tendo apresentado uma oferta de compra da EGF no valor de 149,9 milhões de euros, contra 145,3 milhões da FCC. Esta última tem argumentado que a Mota-Engil não cumpre todas os pressupostos. Mas o Executivo acabou por escolher a empresa liderada por Gonçalo Moura Martins.

 

"O Conselho de Ministros, após a análise do relatório apresentado pela Parpública e pela Águas de Portugal (AdP), e do parecer emitido pela comissão especial de acompanhamento, verificou que a apreciação dos três concorrentes e das respectivas propostas vinculativas em face dos critérios estabelecidos no caderno de encargos, conduz à selecção do concorrente consórcio SUMA como vencedor, atento o maior mérito da respectiva proposta", explica o Governo no comunicado do Conselho de Ministros.

 

O Executivo adianta que "de modo a reforçar a absoluta transparência e concorrência do processo de reprivatização, serão colocados à disposição do Tribunal de Contas todos os elementos informativos respeitantes aos procedimentos adoptados no âmbito do processo de privatização da EGF."

 

"Esta foi uma privatização bem-sucedida que se desenvolveu depois de o Governo ter conduzido uma reestruturação muito ampla do sector dos resíduos", afirmou Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente, durante a conferência de imprensa.

 

"No plano económico o preço oferecido pelo consórcio Suma é mais de 50% superior à média das avaliações da empresa", salientou o responsável pela pasta do Ambiente.

 

"Este foi um processo altamente competitivo", afirmou o secretário de Estado das Finanças, Manuel Rodrigues, revelando que foram contactados 86 investidores de 18 geografias, chegando a haver 21 manifestações de interesse, que resultaram em 4 ofertas vinculativas.




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