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Governo apoia compra de 65 postos de venda em França para indústria de calçado

O Governo vai apoiar a aquisição de 65 postos de venda em França para servir um conjunto de empresas da indústria do calçado que se associarem a empresas de capital de risco e constituir um fundo de capital de risco com uma dotação inicial de 60 milhões d

Bárbara Leite 01 de Outubro de 2003 às 16:25
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O Governo vai apoiar a aquisição de 65 postos de venda em França para servir um conjunto de empresas da indústria do calçado que se associarem a empresas de capital de risco e constituir um fundo de capital de risco com uma dotação inicial de 60 milhões de euros.

O Governo vai criar um Fundo de Capital de Risco do Programa para a Recuperação das Áreas e Sectores Deprimidos (PRASD) com uma dotação inicial de 60 milhões de euros para a intervenção em áreas deprimidas da economia, anunciou Carlos Tavares, ministro da Economia.

Esta intervenção será realizada entre entidades públicas e privadas de capital de risco e com a participação do PRIME.

Na apresentação do relatório de Daniel Bessa sobre a PRASD, no Porto, o ministro da Economia avançou que o Governo vai estabelecer «acordos especiais» para valorizar os recursos naturais, como a madeira e mobiliário e rochas ornamentais.

Vão ser ainda promovidos apoios no turismo nas regiões do Alentejo, Vale do Douro e Serra da Estrela, tal como aconselha Daniel Bessa.

Com acesso ao capital de capital, o Governo vai apoiar a aquisição de empresas de comercialização ou canais de distribuição para vender as marcas regionais, como Douro, Serra da Estrela ou Alentejo.

Apesar destes incentivos, Carlos Tavares lembra que «são os empreendedores que têm que assumir a iniciativa e o risco dos negócios e de encontrar as melhores oportunidades para os seus investimentos».

Conforme recomenda Bessa, o ministro da Economia afirma que serão definidas áreas que beneficiarão de discriminação positiva, como incentivos fiscais, financeiros e sociais e será assegurada a diferenciação regional da reserva fiscal para investimento.

O Governo vai ainda incentivar a criação e localização das empresas nas regiões menos favorecidas.

Para reestruturar economicamente estas regiões, o Governo vai dotar de 20 milhões de euros o Fundo de Sindicação de Capital de Risco.

A Agência Portuguesa para o Investimento (API), o IAPMEI e o Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo (IFT) vão fazer esforços para captação de investimento privado, referiu Carlos Tavares.

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