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Governo corta custos eléctricos em 170 milhões por ano

Pacote de medidas hoje fechado em Conselho de Ministros poupará ao sistema eléctrico nacional 1.800 milhões de euros até 2020, anunciou o ministro da Economia, assegurando que os cortes abrangem todos os produtores.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 17 de Maio de 2012 às 15:39
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O Governo anunciou hoje após o Conselho de Ministros um conjunto de medidas para reduzir a remuneração dos produtores de electricidade e assim baixar os custos do sistema eléctrico que são imputados aos consumidores. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, indicou que anualmente haverá uma redução de custos entre 170 e 190 milhões de euros.

Globalmente, o Governo estima que até 2020 serão poupados 1.800 milhões de euros. Embora o valor não cubra os mais de 3 mil milhões de euros de rendas excessivas estimadas por um estudo do Executivo, o ministro da Economia considera que "1.800 milhões de euros é um valor extraordinariamente considerável em prol da redução de custos".

O secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, disse que sem as medidas agora tomadas a factura eléctrica em 2020 seria 40% mais elevada.

Álvaro Santos Pereira assegurou que "todos os produtores irão contribuir", detalhando que na cogeração a poupança até 2020 será de mais de 700 milhões de euros, nas mini-hídricas o corte ultrapassa os 300 milhões, nos Custos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC) e nos Contratos de Aquisição de Energia (CAE) serão 280 a 300 milhões de euros, nas eólicas 100 a 200 milhões e na garantia de potência 335 milhões.
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