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Governo e Sonae assinam contratos para Tróia

O ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, e o presidente do Grupo Sonae, Belmiro de Azevedo, assinam na próxima segunda-feira, a revisão do contrato de investimento e da concessão da exploração da Zona de Jogo de Tróia, revelou o Ministério da E

Negócios negocios@negocios.pt 24 de Junho de 2005 às 18:28
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O ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, e o presidente do Grupo Sonae, Belmiro de Azevedo, assinam na próxima segunda-feira, a revisão do contrato de investimento e da concessão da exploração da Zona de Jogo de Tróia, revelou o Ministério da Economia em comunicado.
 
A assinatura da Revisão do Contrato de Investimento e da Concessão da Exploração da Zona de Jogo de Tróia possibilitará o relançamento do projecto de investimento turístico para a península de Tróia.
 
«Com o Plano Definitivo de Investimento (PDI) prevê-se a concretização de importantes benefícios sócio-económicos com impacte local e regional, em termos de emprego e qualificação de recursos humanos, representando um aumento de 8% do emprego no conjunto dos concelhos de Grândola, Álcacer do Sal e Setúbal», afirma o comunicado.

«Também o Valor Acrescentado Bruto (VAB) directo está estimado em 37,4 milhões de euros, sendo que o VAB induzido será de 67,3 milhões de euros», esclarece a mesma fonte. 
 
No PDI, a Sonae [son] compromete-se à construção de uma nova unidade de alojamento de cinco estrelas, com 300 quartos, um Eco-Resort com  capacidade de 600 camas, uma marina, um parque de recreio aquático, um centro desportivo e um centro equestre. Serão igualmente efectuados avultados investimentos em termos de imobiliária turística.
 
Com a transferência da concessão da Zona de Jogo de Tróia para a Amorim Entertainment e Gaming International, esta sociedade ficará responsável pela construção e exploração do casino, de um centro de congressos e pela recuperação de um hotel para classificação de cinco estrelas.
 
No PDI, está ainda incluída a execução de obras de recuperação e restauro do património arqueológico das ruínas romanas de Tróia, classificadas como monumento nacional desde 1910.

O plano de execução destas obras foi alvo de um protocolo celebrado com o IPPAR, assinado hoje

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