Empresas Granadeiro tenta nos tribunais anular decisões da Pharol

Granadeiro tenta nos tribunais anular decisões da Pharol

Henrique Granadeiro avançou para um acção judicial para tentar anular decisões tomadas pela Pharol, de acordo com o registo de processos disponível no Citius.
Granadeiro tenta nos tribunais anular decisões da Pharol
Miguel Baltazar/Negócios
Negócios 01 de setembro de 2015 às 20:46
Henrique Granadeiro, o ex-presidente da PT SGPS, entrou com uma acção em tribunal para tentar anular decisões tomadas pela Pharol, de acordo com a lista de processos distribuídos pelos tribunais de Lisboa, possível de consultar no portal Cititus. 

O Expresso avançou a informação de que Henrique Granadeiro processa a antiga PT e, numa consulta ao Citius, pode-se ler que o processo entrou a 31 de Agosto, primeiro dia de funcionamento dos tribunais depois das férias. O autor é Henrique Granadeiro e o réu é a Pharol, designação que tomou a PT SGPS.

E na descrição do processo lê-se que o objectivo é anular deliberações sociais. Recentemente, na assembleia-geral da Pharol que ocorreu a 31 de Julho, Henrique Granadeiro, através do seu advogado Nuno Líbano Monteiro, tentou suspender a reunião de accionista que foi convocada para decidir processos judiciais contra antigos administradores, entre os quais o próprio Henrique Granadeiro. Suspensão que não conseguiu, tendo resultado dessa assembleia-geral a aprovação por parte dos accionistas da Pharol do avanço de acções contra ex-administradores, mas cujos nomes não foram revelados.

Mas que o Negócios já avançou tratar-se de Henrique Granadeiro, Zeinal Bava, Luís Pacheco de Melo, Amílcar Morais Pires, estando a ser decidido pela Pharol se inclui neste rol Joaquim Goes, ex-administrador da PT SGPS e do BES. 

A assembleia-geral aprovou quase por unanimidade os processos, mas nessa reunião só esteve presente 43% do capital, o que significa que bastou Novo Banco, Oi e Ongoing/BCP para aprovarem os processos. As acções visam pedir responsabilidades pelos administradores que estiveram envolvidos na subscrição de papel comercial da Rioforte no valor de 897 milhões de euros e que não foi pago pela empresa então pertencente ao Grupo Espírito Santo.



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