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Grandes empresas cortam publicidade no Facebook apesar das medidas de Zuckerberg

Numa tentativa, que se revelou frustrada, de conter este movimento de saída, o CEO e fundador do Facebook anunciou planos para proibir o discurso de ódio na rede social.

Bloomberg
Negócios jng@negocios.pt 29 de Junho de 2020 às 12:11
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Gigantes como a Unilever, Verizon e Coca-Cola estão a cancelar os contratos publicitários que têm com o Facebook.

A primeira a tomar esta decisão, a Unilever, justificou a decisão com o discurso polarizado a que se assiste nesta rede à medida que se aproximam as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Desde então, Diageo, Starbucks e a Levi’s já se juntaram ao movimento. No total, cerca de uma dúzia de empresas estão a cancelar os contratos que detinham para fins publicitários com a rede social, com prazos entre um e seis meses.

Numa tentativa, que se revelou frustrada, de conter este movimento de saída, o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg (na foto), anunciou planos para proibir o discurso de ódio através de publicidade e propôs-se a proteger grupos como os imigrantes de ataques por esta via.

Ao mesmo tempo, o Facebook propôs rotular publicações que violam as suas políticas mas mantê-los na plataforma devido ao "interesse público" das mesmas, dando o exemplo de publicações feitas por atores da classe política.

As ações do Facebook caíram quase 10% na última sexta-feira, afastando-se do máximo histórico atingido na terça-feira. Esta segunda-feira as perdas estão a ser reforçadas em cerca de 2,5% na pré-negociação.

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