Transportes Greve da CP cancelada após acordo com sindicatos

Greve da CP cancelada após acordo com sindicatos

A paralisação estava prevista para a próxima segunda-feira, dia 19 de Fevereiro.
Greve da CP cancelada após acordo com sindicatos
Miguel Baltazar
Lusa 17 de fevereiro de 2018 às 19:52

A greve dos trabalhadores da CP - Comboios de Portugal convocada para segunda-feira foi cancelada, depois de um acordo assinado, este sábado, entre os sindicatos e a empresa.


"A CP – Comboios de Portugal informa que, na sequência das negociações, desenvolvidas nos últimos dias e concluídas pelas 18:00 de hoje, entre a administração da empresa e as organizações sindicais, foi desconvocada a greve prevista para o próximo dia 19 de Fevereiro de 2018", anunciou a empresa em comunicado, citado pela agência Lusa.


Prevê-se assim "a normal circulação de comboios da CP em todo o país, para os dias 18, 19 e 20 de Fevereiro de 2018", informou a empresa.


A greve convocada por diversas organizações sindicais ameaçava a circulação de comboios no dia 19 de Fevereiro e perturbações já no domingo e também na terça-feira.


No comunicado, a administração da empresa congratula-se com "a colaboração e capacidade de diálogo das organizações representativas dos trabalhadores, que permitiram encontrar os consensos necessários para evitar esta greve".




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mais votado Anónimo 18.02.2018

No Primeiro Mundo, faz-se boa gestão de recursos humanos, combate-se o excedentarismo com prontidão e dessa forma a economia prospera e desenvolve-se para outros patamares que não aqueles a que Portugal e Grécia sob resgate se auto-impuseram por manifesta falta de seriedade e discernimento de políticos e outros seus líderes. "Os Caminhos de Ferro Federais Suíços anunciaram que irão executar um corte adicional de 300 colaboradores na empresa em relação ao que a organização já havia anunciado no último ano no decorrer do seu programa de redução de custos denominado RailFit20/30. No total, 1400 postos de trabalho estão destinados a desaparecer da organização até 2020" ("Swiss Federal Railways says it will make 300 more job cuts than it had announced last year under its ‘RailFit20/30’ cost-savings programme. In all, 1,400 jobs are now slated to be on the chopping block by 2020") https://www.swissinfo.ch/eng/business/cost-savings_swiss-railways-announces-further-job-cuts-by-2020/42465444

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Anónimo 18.02.2018

Não se pode culpar o facadas por tudo, porra! A CP é da parasitagem sindical, e eles fazem o que querem. O jericó, ordena, catrina bate palmas, armónio manda, costa amoucha e siga a festa se não lá se vai a pasta e com ela os tachos e os penachos. Vamos lá a ter calminha e não fazer ondas.

Anónimo 18.02.2018

Sobre os caminhos de ferro Deutsche Bahn, da Alemanha: "According to the plans about 5,000 jobs could go in the freight division alone. The state-owned company is working with consultancy McKinsey on the plans which are due to be finished by December and agreed by the supervisory board."

Anónimo 18.02.2018

Um total de até 1400 despedimentos estão planeados na empresa municipal de transportes de Londres por causa de uma ajuizada reestruturação que se impõe aos olhos de todos e o muito responsável e equilibrado presidente eleito da cidade prontamente aprova. Os despedimentos afectarão o sobredimensionado e obsoleto departamento de engenharia, extremamente caro e ineficiente tal como está montado e estruturado, assim bem como determinados departamentos do próprio metropolitano de Londres - London Underground. Ao que se sabe, a Inglaterra progride e avança, dona do seu próprio destino, e ainda dá cartas no mundo. Já outros... "Up to 1,400 job losses are planned at Transport for London because of spending cuts, according to unions. The cuts will affect engineering and parts of London Underground, said the Rail, Maritime and Transport union." (7 de Novembro de 2017) www.mirror.co.uk/news/politics/1400-job-losses-transport-london-11481728

Anónimo 18.02.2018

Em Copenhaga e muitos outros lugares, o transporte sobre carris no metro já se faz sem maquinista ou qualquer funcionário revisor, porteiro ou bilheteiro. É tudo 100% automático. Porque não em Portugal? No metro para ontem e nos comboios num futuro muito próximo. Porque Portugal é um sultanato totalitário fundamentalista sindical à prova de mercado, avanço tecnológico e globalização económica.

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