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Grupo Totta injecta 129,15 milhões no CPP para financiar crescimento

O Grupo Totta vai injectar 129,15 milhões de euros no Crédito Predial Português, através de um aumento de capital que será subscrito por sociedades do grupo, do qual o CPP faz parte, para financiar o crescimento do banco, revelou a empresa.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 25 de Fevereiro de 2002 às 18:45
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O Grupo Totta vai injectar 129,15 milhões de euros no Crédito Predial Português, através de um aumento de capital que será subscrito por sociedades do grupo, do qual o CPP faz parte, para financiar o crescimento do banco, revelou a empresa.

O capital do banco especializado no crédito à habitação do Grupo Totta verá o seu capital ampliado em 45 milhões de euros para os 280 milhões de euros. A operação prevê a emissão de 9 milhões de acções que serão subscritas a um preço unitário de 14,35 euros, permitindo um encaixe financeiro de 129,15 milhões de euros.

«O objectivo do aumento de capital é injectar fundos para garantir o crescimento continuado do crédito imobiliário» do Grupo Totta, revelou ao Negocios.pt fonte do grupo.

O aumento de capital permitirá a entrada de dois novos accionistas no capital do CPP sendo, no entanto, ambas as sociedades pertencentes ao Grupo Totta, cumprindo a estratégia de crescimento orgânico seguida pelo banco liderado por Horta Osório.

Até à data, os únicos accionistas do CPP eram a Foggia e a Petrofinac, entidades do Grupo Totta. Com a operação, entrarão para a estrutura do capital do CPP a TaxaGest, que subscreverá acções correspondentes a 5,21% do banco, e a TottaFinance, que ficará com uma posição de 8,81%. A Petrofinac manterá a sua posição de «cerca de 30%», enquanto a Foggia diminuirá a sua posição para cerca de 56%, segundo fonte do Grupo Totta.

A medida de dotar o CPP de mais fundos surge cerca de nove meses depois do Crédito Predial Português (CPP) ter aumentado o seu capital social em 70 milhões de euros (14 milhões de contos), para os 235 milhões de euros, numa operação que foi, na altura, totalmente subscrita pela Foggia SGPS.

As acções do Santander Central Hispano, que controla o Grupo Totta, fecharam nos 8,57 euros, a cair 0,35%, na Bolsa nacional [BSC].

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