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Guerra no BCP não afecta estratégia da EDP

O conflito de interesses que está a afectar o BCP não tem impacto directo na concretização da estratégia de crescimento da EDP onde o banco é accionista de referência com uma participação de 4%. A convicção é de António Mexia.

Tânia Ferreira tf@negocios.pt 10 de Julho de 2007 às 18:32
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O conflito de interesses que está a afectar o BCP não tem impacto directo na concretização da estratégia de crescimento da EDP onde o banco é accionista de referência com uma participação de 4%. A convicção é de António Mexia.

"Não vejo que tenha implicações na actividade de terceiros", afirmou hoje o CEO da EDP em Nova Iorque.

Mexia está convencido de que "o que se está a passar no BCP são apenas questões internas que têm que ser resolvidas e nós como accionistas vamos tomar uma posição que contribua para a estabilidade", disse o responsável salientando que a relação com o BCP não sofreu quaisquer alterações.

Sobre a participação da Iberdrola como accionista da EDP, Mexia garante que está confortável. "Não sinto nenhum desconforto em relação à Iberdrola ou a outro qualquer accionista", disse ressalvando que a principal preocupação da administração é a "estabilidade accionista que se reflecte na valorização do papel que só no último ano atingiu os 55%".

A jornalista viajou a Nova Iorque a convite da EDP.

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