Empresas Hospital Lisboa Oriental atrai oito concorrentes

Hospital Lisboa Oriental atrai oito concorrentes

Mota-Engil, Teixeira Duarte e Ferrovial são alguns dos concorrentes que entregaram proposta para a construção do futuro hospital que deverá entrar em funcionamento em 2023.
Hospital Lisboa Oriental atrai oito concorrentes
Lusa

O concurso para a construção e manutenção do futuro Hospital Lisboa Oriental atraiu oito interessados, entre os quais se contam grupos portugueses e espanhóis.

 

De acordo com fonte a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), entidade que coordena o processo, os concorrentes são o agrupamento Hygeia (da Mota-Engil), a Teixeira Duarte, Servicios Hospitalarios CHUT, Alberto Couto Alves, Tejo Infraestruturas Hospitalares (TIH), Ferrovial Agroman, Ferrovial Serviços e Bastos, Amorim & Araújo – Consultoria e Trading.

 

Salientando que este número de concorrentes "atesta a boa recetividade do projeto", fonte oficial da ARSLVT acrescentou que a fase seguinte será de análise e avaliação das propostas.

 

A data para a entrega de propostas terminou esta quinta-feira, depois de ter sofrido dois adiamentos desde meados do ano passado.

 

À fase de negociação do concurso poderão passar um máximo de três finalistas e, de entre estes, será escolhida a proposta a adjudicar.

 

O concurso público internacional para o novo hospital inclui a conceção, construção e manutenção da unidade, em regime de Parceria Público-Privada (PPP).

 

O hospital será instalado em Marvila numa área total de 180 mil metros quadrados. Deverá estar construído em 2023 e terá uma capacidade mínima de 875 camas.

 

O Hospital Lisboa Oriental vai representar para o operador privado um investimento total de cerca de 330 milhões de euros e, para o Estado, estima-se uma renda anual que poderá rondar os 16 milhões de euros durante 27 anos do contrato.

 

Este hospital chegou a ter um concurso lançado em 2008, mas a decisão de adjudicação ao consórcio vencedor, que era então liderado pela Soares da Costa, acabou por ser anulado. Durante a permanência da troika no país, o projeto a ser lançado como PPP foi o único a ser aceite. 

 

 




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