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Hoteleiros gostariam de ver mais operadores de baixo custo a operar na Portela

Os associados da Associação dos Hotéis de Portugal (AHP) consideram importante que mais companhias aéreas «low cost» (de baixo custo) operassem no aeroporto da Portela, avançou a associação em comunicado.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 13 de Janeiro de 2005 às 13:13
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Os associados da Associação dos Hotéis de Portugal (AHP) consideram importante que mais companhias aéreas «low cost» (de baixo custo) operassem no aeroporto da Portela, avançou a associação em comunicado.

Os hoteleiros consideram que as «low cost» são necessárias para a região, daí a importância de as atrair para a Portela. «Os hoteleiros precisam da vinda de operadoras ‘low cost’ para esta região e é necessário atraí-las», afirmou o presidente da AHP, Luís Alves de Sousa.

O responsável sublinhou o facto de haver várias «low cost» a operar para Faro e mais recentemente para o Porto, enquanto na Portela estas companhias encontram dificuldades, nomeadamente ao nível dos elevados preços praticados.

A Associação dos Hotéis de Portugal durante o encontro que promoveu com o director do aeroporto de Lisboa, Francisco Severino apresentou as suas preocupações relativas aos serviços aeroportuários.

«Em foco estiveram, nomeadamente, as queixas dos clientes dos hotéis pela demora na recepção de bagagens no aeroporto da Portela», refere a AHP em comunicado.

Francisco Severino garantiu que «o aeroporto de Lisboa não entrava vinda de ‘low cost’».O responsável informou que já existem seis empresas de «low cost» a operar no aeroporto.

Acrescentando que «o aeroporto de Lisboa tem um sistema de incentivos transparente», e «não podemos dar mais incentivos às low cost», até devido à legislação europeia a que o aeroporto está obrigado, o que não quer dizer que outras entidades não o possam fazer.

Relativamente à demora na entrega de bagagens, o director da Portela adiantou que para Novembro deste ano está previsto um aumento de capacidade de processamento de bagagens no terminal de partida, de 2.500 para 4.000 por hora.

Até 2007, o aeroporto tem previsto melhorar a circulação dos aviões na placa, a transferência da carga para o espaço ocupado pelo edifício 31 que será totalmente reconstruído, a construção de um terminal de carga na plataforma da Air Luxor e construção de seis mangas duplas, das quais cinco servirão para «wide bodies»

Francisco Severino falou ainda da regulamentação da praça de taxis do aeroporto, devendo este regulamento ser apresentado até ao final de Janeiro e estar pronto até Março. O objectivo, garantiu, é «levar o voucher para todos os hotéis da cidade, nos dois percursos».

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