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Impresa deverá ter registado prejuízos no terceiro trimestre

A Impresa deverá anunciar que registou prejuízos no terceiro trimestre deste ano, mas no acumulado dos primeiros nove meses de 2004 as previsões apontam para resultados líquidos positivos, segundo as estimativas do BCPI e da Espírito Santo Research (ESR).

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 25 de Outubro de 2004 às 13:11

A Impresa deverá anunciar que registou prejuízos no terceiro trimestre deste ano, mas no acumulado dos primeiros nove meses de 2004 as previsões apontam para resultados líquidos positivos, segundo as estimativas do BCPI e da Espírito Santo Research (ESR).

Entre Julho e Setembro os prejuízos da Impresa [IPR] deverão ter oscilado entre os 1,4 milhões de euros (ESR) e os 0,4 milhões de euros (BCP Investimento). No terceiro trimestre de 2003 a dona da SIC apurou prejuízos de 4,9 milhões de euros.

A ESR prevê que, no terceiro trimestre, as receitas cresçam 9% para 57,3 milhões de euros, com o EBITDA a atingir 7,3 milhões de euros, mais 58% que no período homólogo. Já o BCPI antevê uma subida de 10% nas receitas, para 57,2 milhões de euros.

Para os primeiros nove meses do ano a ESR aguarda lucros de 1,6 milhões de euros, valor que compara com um prejuízo de 11,7 milhões de euros no mesmo período do ano passado.

O banco de investimento do BES espera que a SIC apresente «uma boa performance no terceiro trimestre, com um crescimento de 10% nas receitas», devido «ao forte momento do mercado publicitário, subida das audiências e controlo de custos».

Segundo a mesma fonte a área de negócios dos jornais também deverá apresentar «fortes números» no terceiro trimestre, enquanto a divisão de revistas deverá registar um «crescimento mais lento».

A ESR afirma que o sector dos media, sobretudo o da televisão, «deve continuar com bons resultados no próximo trimestre e em 2005», mas alerta para os riscos da escalada do petróleo penalizarem a economia e a possibilidade da TVI conquistar audiências à SIC.

A ESR tem uma recomendação de «compra, alto risco» para as acções da Impresa, com um preço-alvo de 5,7 euros. As acções da companhia de Pinto Balsemão seguiam a descer 1,27% para os 4,67 euros.

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