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Impresa transacciona 2% do capital e dispara mais de 28% em três sessões

A Impresa manteve o entusiasmo das últimas duas sessões e fechou a subir mais de 7%, voltando a registar uma liquidez acima do habitual, com 940 mil acções negociadas. Nas últimas três sessões, a empresa presidida por Pinto Balsemão acumula um ganho superior a 28%, tendo transaccionado 2% do seu capital.

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A Impresa manteve o entusiasmo das últimas duas sessões e fechou a subir mais de 7%, voltando a registar uma liquidez acima do habitual, com 940 mil acções negociadas. Nas últimas três sessões, a empresa presidida por Pinto Balsemão acumula um ganho superior a 28%, tendo transaccionado 2% do seu capital.

Hoje os títulos da Impresa fecharam a subir 7,22% para os 1,04 euros, depois de terem disparado um máximo de 12,37%. Ontem também chegaram a subir mais de 8% e, terça-feira, a sessão ficou mesmo marcada pela valorização anormal de 146,91% que elevou as acções para o valor mais elevado do último ano e meio, sendo que terminaram a ganhar mais de 16%.

E se esta subida foi originada por uma ordem de 200 mil acções, que devido à reduzida liquidez do título provocou um ganho exponencial do título, os ganhos seguintes ganharam expressão com o invulgar número de acções negociadas.

Só hoje foram transaccionados 940.305 títulos, o que compara com a média diária de 120 mil acções, nos últimos seis meses. Ontem, o valor negociado foi de 1,5 milhões e, terça-feira de 1,4 milhões. Ou seja, as acções negociadas nas últimas três sessões representam mais de 2% do capital da empresa.

Para alguns operadoras, este entusiasmo poderá ter que ver com a saída de Eduardo Moniz da TVI, estação líder nas audiências desde que está à frente do canal.

“A notícia de que o Moniz poderá abandonar a TVI, concorrente directa da SIC, poderá estar a ter algum efeito na subida das acções da Impresa”, disse um operador que preferiu o anonimato.

“Para além disso, também o entusiasmo em torno das subidas recentes e o marketing feito pela comunicação social poderá estar a atrair alguns investidores institucionais e especuladores”, disse um outro operador que também preferiu não ser identificado.

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