Automóvel IMT está preparado para o início das inspecções a motociclos

IMT está preparado para o início das inspecções a motociclos

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes diz que, tomada a decisão política, de avançar com as inspecções obrigatórias a motos com mais de 250 cc, está preparado para avançar.
IMT está preparado para o início das inspecções a motociclos
Lisi Niesner/Bloomberg
Maria João Babo 28 de fevereiro de 2018 às 12:54

O presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), Eduardo Feio, afirmou esta quarta-feira, 28 de Fevereiro, no Parlamento que aquela entidade está em condições de avançar neste momento com os procedimentos para que comecem a ser obrigatórias as inspecções a motociclos com cilindrada superior a 250 centímetros cúbicos.

 

Em Janeiro, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, anunciou que as inspecções periódicas a motociclos, que estão previstas desde 2012, vão avançar no primeiro semestre de 2018.

 

"Do lado do IMT estamos preparados", afirmou Eduardo Feio na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas.

"As tutelas neste momento estão a indicar estas datas. Estamos em condições agora, com a dimensão política, de avançar com os procedimentos", disse.

 

A Associação Nacional de Centros de Inspecção Automóvel (ANCIA) chegou a anunciar que as inspecções obrigatórias a motociclos teriam início em Outubro de 2016, mas até agora falta ainda publicar legislação para a implementação da medida.

 

No total, será um universo de 80 mil veículos que passará também a ser inspeccionado. O custo dessa inspecção será de metade do que é actualmente praticado para os veículos ligeiros.

São três os diplomas em falta: um relativo às regras para a formação de inspectores, outros relacionado com a classificação das deficiências e por fim a portaria que irá fixar a data para o arranque das inspecções obrigatórias.   

 

O anúncio do Governo levou já à realização de manifestações de motociclistas em várias cidades portuguesas.




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comentários mais recentes
Milhões 28.02.2018

Rico negocio quanto vale cada novo alvará...

tereza 28.02.2018

Único objectivo mais e mais impostos, mais e mais taxas, mais custos com serviços e portagens. O monstro Estado come tudo e empata, empata, mais e mais burocracia.

Anónimo 28.02.2018

Assim o Estado se preocupasse com o estado clínico e médico dos Portugueses !
Não o faz, a assistência médica só chega a uns tantos.
.A maioria tem por vezes tem de trabalhar velha, doente, e aleijada, e alguns sem peças...
Porca miséria !!!

Paga zé 28.02.2018

A maior parte dos acidentes dão-se dentro das localidades à noite e em velocidade reduzida, pelo mau estado das vias (buracos). Onde está a responsabilidade do estado? Só fazem leis para reduzir o orçamento das famílias e aumentar as regalias da FP.

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