Automóvel IMT garante que atraso na emissão de matrículas está ultrapassado

IMT garante que atraso na emissão de matrículas está ultrapassado

O presidente do IMT considera que é de esperar alguma acalmia nas vendas de automóveis novos, já que “famílias e empresas já conseguiram repor o parque necessário para funcionar”.
IMT garante que atraso na emissão de matrículas está ultrapassado
Bruno Simão
Maria João Babo 28 de fevereiro de 2018 às 12:06

O presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), Eduardo Feio, garantiu esta quarta-feira, 28 de Fevereiro, no Parlamento que os atrasos na emissão de matrículas que se verificaram no início do ano "está ultrapassada", adiantando que em Janeiro foram emitidas 14.442 matrículas.

Eduardo Feio explicou que a situação se deveu à entrada em vigor de um novo programa informático, mas salientou que a situação, que afectou a emissão de matrículas de veículos novos " está completamente ultrapassada".

Na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, questionado pelo deputado do CDS-PP Helder Amaral sobre a existência ainda de situações de atrasos na emissão, o presidente do IMT admitiu que "poderá haver uma ou outra situação muito pontual de atrasos, que tem a ver com as declarações aduaneiras de veículos".

No entanto, desvalorizou essas situações, salientando "a quantidade de matrículas que estão a ser emitidas diariamente" e garantindo que os problemas se verificaram "nos primeiros 15 dias de 2018".

Eduardo Feio disse ainda que "o aumento de veículos matriculados novos tem sido uma constante" desde 2014, quando somaram 143 mil, tendo atingido os 225 mil em 2017.

"Houve recuperação do parque nos últimos anos", afirmou ainda, dizendo que é agora "de esperar alguma acalmia nas vendas", já que "famílias e empresas já conseguiram repor o parque necessário para funcionar".

No total em Portugal há 9,7 milhões de matrículas activas, desde motociclos a máquinas industriais.

No início deste ano, o secretário-geral da ACAP, Hélder Pedro, veio a público dizer que o IMT não estava a emitir novas matrículas, o que estava a paralisar o sector automóvel e a prejudicar os clientes.

O atraso na emissão começou a 2 de Janeiro, data da entrada em vigor de um novo programa informático de fiscalidade automóvel.




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comentários mais recentes
Camponio da beira 28.02.2018

Portanto agora (tal como o Act,) já podem dedicar-se novamente e em força aplicar as multas, dos autos que a Gnr levanta e que violam as directivas comunitarias.

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