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Intensificam-se as queixas nos EUA contra o Street View da Google

São já 38 Estados os que se juntam para questionar a quebra de privacidade com as imagens do serviço da Google.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 22 de Julho de 2010 às 14:17
O Procurador-Geral de Connecticut enviou ontem uma carta à gigante americana Google para que lhe sejam dados detalhes sobre a informação que recolhe com o Street View, incluindo também todo o conteúdo que vende a terceiros, uma decisão à qual já se juntaram mais 37 estados dos EUA.

Foi dado o prazo de amanhã para que haja alguma resposta, caso contrário serão previsíveis acções judiciais, de forma a investigar quais as leis contra a privacidade que foram quebradas aquando da recolha de imagens pelo serviço da Google, de acordo com o “The Wall Street Journal”.

À empresa americana é pedido que sejam facultados dados como quanto tempo esteve a ser usado o programa informático e quais os nomes dos funcionários envolvidos na recolha. Para o procurador, as declarações vindas da Google têm sido muito vagas o que o leva a dizer que tomará “todas as medidas necessárias para obter respostas completas e claras”, como se lê no “El País”.

A Google tinha já reconhecido que a recolha de dados no seu serviço Street View através de redes sem-fios ligadas por onde passava permitiu o acesso a correios electrónicos e a páginas de Internet.

No entanto, já foi garantido pela empresa liderada por Eric Schmidt que ela continua a trabalhar “com as autoridades para responder às perguntas que as preocupam”.
Apesar de a recolha estar suspensa em alguns países, a 9 de Julho essa tarefa tinha sido retomada em países como a Irlanda, Noruega, África do Sul e Suécia.
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