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Trabalhadores que participem na privatização da REN terão de manter as acções durante três meses (Cor.)

O Governo aprovou esta quinta-feira o período de indisponibilidade das acções da REN no âmbito da nova fase de privatização da empresa. São 90 dias o período em que os trabalhadores terão de manter os títulos.

Negócios 24 de Abril de 2014 às 13:30
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O conselho de ministros aprovou esta quinta-feira, 24 de Abril, um diploma que determina a indisponibilidade das acções da REN.

 

Luís Marques Guedes revelou que o período foi fixado em 90 dias para os trabalhadores.

 

Ainda esta quinta-feira foi publicado, em Diário da República o caderno de encargos com as condições da oferta pública de venda de 11% da REN. 

 

A venda de 11% do capital da REN será realizada através de uma oferta pública de venda (OPV), que passa pela dispersão do capital em bolsa. Bem como através de venda em mercado institucional, cuja dimensão ainda não está definida, revelou a secretária de Estado do Tesouro, Isabel Castelo Branco, em conferência de imprensa do conselho de ministros. Definido está que os trabalhadores terão direito a, até, 5% do capital da REN, com um desconto de 5% do preço.

 

(Correcção: O período de indisponibilidade refere-se aos trabalhadores e não aos restantes accionistas)

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