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Investigação aprofundada da Concorrência à OPA do BCP sobre o BPI é «normal» (act)

O presidente do BCP, Paulo Teixeira Pinto, afirmou hoje que considerará «normal uma investigação aprofundada» à oferta pública de aquisição (OPA) do BCP sobre o Banco BPI pela Autoridade da Concorrência (AdC), «se essa for a decisão da autoridade».

Paulo Moutinho 28 de Junho de 2006 às 14:30
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O presidente do Banco Comercial Português (BCP), Paulo Teixeira Pinto, afirmou hoje que considerará «normal uma investigação aprofundada» à oferta pública de aquisição (OPA) do BCP sobre o Banco BPI pela Autoridade da Concorrência (AdC), «se essa for a decisão da autoridade».

Em declarações aos jornalistas, à margem da apresentação dos prémios Sociedade Portuguesa de Autores – SPA Millennium, Paulo Teixeira Pinto afirmou que sendo esta «a primeira grande operação de concentração desde a criação da AdC» considera que se Abel Mateus, presidente da autoridade, decidir avançar com a investigação aprofundada, esta será uma decisão «normal» e que merecerá a «maior compreensão por parte do BCP».

Paulo Teixeira Pinto disse ainda que o BCP mantém a «confiança no sucesso OPA» e que mesmo que a AdC decida levar a cabo uma investigação aprofundada sobre a operação, «em nosso entendimento, em nada põe em causa as premissas da OPA».

O presidente do maior banco privado português afirma que mesmo com a investigação conta que a operação esteja resolvida ainda «até ao fim do ano».

O BCP lançou uma OPA sobre o Banco BPI a 13 de Março no valor de 4,3 mil milhões de euros. No passado dia 26 de Junho, a Autoridade da Concorrência solicitou um parecer ao Banco de Portugal sobre a OPA do BCP sobre o BPI.

O Banco de Portugal já aprovou esse parecer e Abel Mateus, o presidente da AdC, afirmou que até ao final desta semana vai anunciar se a OPA do BCP sobre o BPI passa ou não a investigação aprofundada.

Expansão na Roménia será apresentada antes do fim da OPA

Questionado sobre os planos do banco sobre a expansão na Roménia, Paulo Teixeira Pinto afirmou que «ainda antes do fim da OPA» vai dar uma indicação «definitiva e formal sobre esse processo».

O presidente do BCP acrescentou ainda que a expansão do banco na Roménia passará sempre pela «construção de um banco de raiz», isto depois do BCP ter perdido a «corrida» ao maior banco do país, o BCR.

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