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Italiana Enel interessada em realizar aquisições na Península Ibérica

A Enel, maior eléctrica italiana, pretende realizar aquisições nos mercados da Península Ibérica e Europa Central, disse hoje o presidente da empresa a analistas, estimando que o EBITDA da Enel cresça entre 8 a 9% nos próximos cinco anos.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 25 de Fevereiro de 2002 às 12:50
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A Enel, maior eléctrica italiana, pretende realizar aquisições nos mercados da Península Ibérica e Europa Central, disse hoje o presidente da empresa a analistas, estimando que o EBITDA da Enel cresça entre 8 a 9% nos próximos cinco anos.

Franco Tato, o presidente da Enel, quer realizar aquisições na Península Ibérica e Europa Central devido a estes mercados serem «caracterizados pelo elevado crescimento e preços sustentados».

Em Espanha a Enel detém a eléctrica Viesgo, adquirida à Endesa o ano passado, onde a empresa italiana pretende investir 700 milhões de euros.

Na mesma apresentação a analistas a Enel estimou que o EBITDA, ou «cash flow» operacional, cresça entre 8 a 9% ao ano até 2006, com o corte de custos a implementar nos negócios de energia eléctrica.

O crescimento do EBITDA será obtido também à custa da sua unidade de telecomunicações, a Wind, que deverá representar 32% do EBITDA do Grupo em 2006, face ao 2% do ano passado.

Até 2006 a Enel estima realizar corte de custos no valor de 500 milhões de euros através da redução de postos de trabalho nas unidades de produção de energia.

A empresa italiana afirmou ainda que vai continuar a distribuir aos seus accionistas, através de dividendos, entre 50 a 60% dos lucros conseguidos até 2006.

As acções da Enel seguiam a subir 1,38% para os 22,70 euros.

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