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Joe Berardo apoia a 100% OPA do BCP ao BPI

Joe Berardo diz que é 100% apoiante da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo Banco Comercial Português sobre o Banco BPI, disse ao Jornal de Negócios o empresário madeirense, que detém mais de 2% do capital da instituição liderada por Paulo Teixe

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 15 de Março de 2006 às 07:20
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Joe Berardo diz que é 100% apoiante da Oferta Pública de Aquisição (OPA) lançada pelo Banco Comercial Português sobre o Banco BPI, disse ao Jornal de Negócios o empresário madeirense, que detém mais de 2% do capital da instituição liderada por Paulo Teixeira Pinto.

«O BCP tem que fazer novas aquisições para crescer», considera Berardo que «apoia muito fortemente» a oferta lançada pelo maior banco privado nacional sobre a entidade presidida por Fernando Ulrich.

O empresário já detém mais de 2% do capital do BCP e quer aumentar a participação para os 5%, patamar que ainda não atingiu, segundo confirmou ao Jornal de Negócios.

Berardo acha que esta foi a altura ideal para avançar com a oferta porque acredita que «o BPI se estava a preparar para nos lançar uma OPA. Esta é apenas a minha opinião, não tenho dados concretos sobre isto», acrescentou.  

A Fundação José Berardo reforçou a participação no BCP para 2,3% no final de Janeiro. Desde então, a participação no capital da instituição já deve ter aumentado, no entanto, o empresário só tem que comunicar ao mercado, via Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), quando ultrapassar os 5%.

Em Fevereiro, o empresário e coleccionador de arte disse, em várias entrevistas, que tem o objectivo de adquirir pelo menos 5% do BCP, uma instituição que considerava apetecível para os bancos internacionais.

«Em valor deve ser das melhores aquisições para o futuro», afirmou Berardo em entrevista à Reuters no fim do mês passado.

Joe Berardo pretende também aumentar a participação da Teixeira Duarte, accionista de referência do BCP, para um patamar em torno dos 20%. Na última comunicação ao mercado, o empresário tinha já mais de 11% do capital da construtora.

«Ainda não cheguei aos 20%», afirmou.

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