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Justiça decreta liquidação e dissolução da La Seda de Barcelona

Grupo catalão, cujos principais accionistas são portugueses, não conseguiu obter acordo dos credores.

Bruno Simão/Negócios
Isabel Aveiro ia@negocios.pt 03 de Fevereiro de 2014 às 22:06

Sem retorno: depois de muitas vezes ameaçada nos últimos cinco anos, a petroquímica La Seda de Barcelona (LSB) entrou definitivamente em processo de liquidação, por determinação da justiça catalã.

 

Em comunicado, o grupo fez saber que o tribunal de comércio de Barcelona – onde a administração da companhia, liderada por Carlos Moreira da Silva, tinha primeiro apresentado um processo de protecção de credores, e, meses mais tarde, um plano de liquidação das 12 empresas que perfazem o universo empresarial da catalã – acordou "abrir a fase de liquidação" da LSB.

Em consequência, "durante a fase de liquidação" ficam suspensas "as faculdades de administração e disposição da sociedade sobre o seu património", o que na prática cessa a liderança de Carlos Moreira da Silva como presidente e CEO da La Seda. A decisão judicial acarreta igualmente "acordar a dissolução da sociedade", adianta o comunicado enviado pela LSB ao mercado na sexta-feira à noite.

O gestor, recorde-se, é o representante do principal accionista da LSB (com 20,02% dos direitos de voto), a BA PET BV, formada pelo mesmo grupo dono da portuguesa BA Vidro. O segundo maior accionista é o grupo CGD, com 14,77% dos direitos de voto da LSB.

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