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La Seda pede 488 milhões de euros à CGD para viabilizar fábrica de Sines

A La Seda de Barcelona já montou o seu plano de financiamento para a fábrica que está a construir em Sines e mandatou a Caixa Geral de Depósitos (CGD), que é um dos seus accionistas de referência, para organizar a operação.

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 10 de Julho de 2009 às 00:01
A La Seda de Barcelona já montou o seu plano de financiamento para a fábrica que está a construir em Sines e mandatou a Caixa Geral de Depósitos (CGD), que é um dos seus accionistas de referência, para organizar a operação.

A La Seda espera obter do Caixa BI, banco de investimento da CGD, perto de 488 milhões de euros para viabilizar o projecto. A primeira pedra foi lançada há mais de um ano, mas a fábrica leva um atraso de seis meses.

Num documento divulgado ao mercado na passada quarta-feira a La Seda apresentou a estrutura de financiamento para a fábrica Artenius, em Sines. Como a data inicialmente prevista para o acesso aos empréstimos era 30 de Junho de 2010, o grupo químico espanhol negociou com a CGD um financiamento provisório de 104 milhões de euros, dos quais 59 milhões foram já utilizados.

Esse empréstimo que a Caixa concedeu ao projecto de Sines vencia a 30 de Junho, mas a La Seda conseguiu prolongá-lo por 90 dias, ou seja, até 30 de Setembro.

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