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Lucro da Barbosa & Almeida cresce quase oito vezes; acções disparam 13% (act)

O Grupo BA-Barbosa & Almeida registou lucros de 3,1 milhões de euros na primeira metade deste ano, valor que supera em quase oito vezes o registado no período homólogo. As acções da empresa, as mais líquidas da sessão, subiam 13,06% para um máximo anual.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 26 de Julho de 2002 às 09:48
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(actualiza com cotação da BA, que fixou um máximo anual)

O Grupo BA-Fábrica Vidros Barbosa & Almeida registou lucros de 3,1 milhões de euros na primeira metade deste ano, valor que supera em quase oito vezes os 417 mil euros registados no período homólogo de 2001. As acções da empresa subiam 13,06%, com 1,5 milhões de títulos trocados.

As acções da empresa seguiam animadas com os resultados e subiam 13,06% para os 17,75 euros, fixando um novo máximo anual. Desde de Dezembro de 2000 que a empresa liderada por Moreira da Silva não cotava nestes valores.

O Grupo BA, controlado pela Sonae SGPS [SON], era o papel mais negociado na sessão de hoje, depois de terem sido transaccionados 1,49 milhões de títulos.

A liquidez foi empolada pela negociação de dois blocos de acções superiores a 500 mil títulos.

Segundo um comunicado da empresa as vendas consolidadas cresceram 14,6% atingindo 88,9 milhões de euros, enquanto o EBITDA, ou «cash-flow» operacional, foi de 22,2 milhões de euros, mais 29% que no período homólogo.

Para a subida das vendas «contribuiu decisivamente a melhoria das exportações, já que o mercado ibérico apresentou um crescimento reduzido», refere a mesma fonte.

A empresa refere que é o segundo ano consecutivo que o EBITDA cresce cerca de 30% no primeiro semestre, adiantando que o resultado operacional aumentou mais de 160% face a 2001 e este ano e «ao contrário do que aconteceu no ano passado e apesar do ténue crescimento verificado, não foi necessário impor paragens selectivas de capacidade».

«Os resultados financeiros também evoluíram positivamente com um decréscimo de 14% face ao período homólogo; a redução da dívida, que tem vindo a ser perseguida pelo grupo desde o fim dos importantes investimentos de 1999 e 2000, e a redução do custo médio da dívida tiveram um impacto considerável nos custos financeiros», refere o Grupo BA [BBA].

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