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Lucros da Cofina caem 14,4% para 4,3 milhões

A Cofina lucrou 4,3 milhões de euros no ano passado, menos 14,4% que no ano anterior, anunciou a empresa de media.

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Alexandra Machado amachado@negocios.pt 03 de Março de 2017 às 19:00
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Os lucros da Cofina de 2016 recuaram 14,4% para 4,3 milhões de euros, de acordo com o comunicado feito pelo grupo de media, detentor do Jornal de Negócios.

As receitas operacionais do grupo, liderado por Paulo Fernandes (na foto), caíram 0,7%, ficando pouco abaixo de 100 milhões de euros. Os 99,9 milhões de euros de receitas foram conseguidos pelos 51,1 milhões de euros de receitas de circulação (uma queda de 3,2%), de 32,9 milhões de euros de receitas de publicidade (-2,5%), com os produtos de marketing alternativo e outros a registarem uma subida de 12,8% para 15,8 milhões de euros.

Por segmentos, os jornais - onde se integra também a televisão CMTV - representam uma receita de 82,3 milhões de euros, um crescimento de 1,2% face a 2015. Neste segmento foram os produtos de marketing alternativo e outros que registaram um crescimento de 18%, para atingirem 13,7 milhões. Neste segmento, as receitas subiram 1,2% e os custos aumentaram 3,3%, o que levou o EBITDA a cair 7,8%. Em comunicado a Cofina diz que durante este ano "será negociado o alargamento da presença do CMTV a outras plataformas de cabo". A CMTV está actualmente disponível no Meo e na Nos.

Nas revistas, cujo EBITDA ficou negativo, as receitas caíram 9,1% e os custos caíram 7,3%. 

No consolidado, os custos operacionais da Cofina registaram, por seu lado, um aumento de 0,9% para 86,4 milhões de euros. E assim o EBITDA registou uma queda de 10,2% para 13,5 milhões de euros face aos 15 milhões um ano antes.

As acções da Cofina terminaram a sessão desta sexta-feira a subir 3,41% para 27,3 cêntimos. 

Em comunicado à CMVM, a Cofina acrescenta que "vai aprofundar a sua política de reforço da eficiência operativa como forma de fazer frente ao ambiente de mercado extremamente adverso. Assim, serão aprofundadas medidas de corte de custos nas áreas mais expostas ao ciclo e, em simultâneo, serão reforçadas as áreas de crescimento, como sejam a televisão e o online".
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