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Lucros da CGD aumentam 26% para os 489,7 milhões de euros

Os lucros da Caixa Geral de Depósitos (CGD) aumentaram 26% no primeiro semestre de 2007, totalizando 489,7 milhões de euros. O banco estatal, que conseguiu o lucros mais elevado no sistema financeiro português, explica a subida com a progressão do produt

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 01 de Agosto de 2007 às 16:48
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Os resultados líquidos da Caixa Geral de Depósitos (CGD) atingiram os 489,7 milhões de euros no primeiro semestre, acima dos 388,5 milhões contabilizados em idêntico período do ano anterior.

Para esse resultado, segundo o banco estatal, contribuiu a progressão do produto da actividade (bancária e seguradora) que somou 1,7 mil milhões de euros, correspondente a um aumento de 23%.

Entre os grandes bancos que actuam no sistema financeiro português, a CGD foi a que conseguiu o lucro mais elevado. Neste período, o BES lucrou 366,8 milhões; o BCP 307,9 milhões; o Santander Totta 271,1 milhões e o Banco BPI 193,1 milhões de euros.

De Janeiro a Junho, a margem financeira alargada da CGD ascendeu a 999,5 milhões de euros. A margem complementar alcançou 378,5 milhões de euros, tendo registado um crescimento de 28,9%.

O banco liderado por Santos Ferreira destaca ainda o crescimento nos resultados em operações financeiras, com mais 68 milhões de euros.

Os custos operativos cifraram-se em 833,1 milhões de euros, mais 5,9% que no período homólogo de 2006, "variação influenciada pelas rubricas de custos com pessoal (4,1%), outros gastos administrativos (6,8%) e de amortizações (14,8%)".

Na rubrica dos custos com pessoal, a CGD diz que incluem uma nova contribuição para a CGA relativa a encargos com pensões de sobrevivência de cerca de 3,1 milhões de euros, bem como um montante de 7,4 milhões de euros no âmbito das contribuições relativas ao plano médico, cujo valor correspondente em 2006 apenas foi reconhecido contabilisticamente como custo no final do ano. Excluindo este efeito, a progressão dos custos com pessoal seria de cerca de 2%.

Neste período, o rácio de eficiência ("cost to income") baixou 7,3 pontos percentuais para 45%.  A rendibilidade líquida dos capitais próprios (ROE) ascendeu a 20,7%, enquanto a rendibilidade líquida do activo (ROA) foi de 1,08%.

A CGD diz ainda que o activo líquido do grupo totalizou 99,6 mil milhões de euros, um crescimento de 11,9% face ao valor registado em igual data do ano anterior.

 

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