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Lucros da Modelo Continente recuam 29% no primeiro trimestre (correcção)

A Modelo Continente obteve resultados líquidos de 15 milhões de euros no primeiro trimestre, um valor que representa uma queda de 29% face ao mesmo período do ano passado, pois nesse trimestre a empresa do Grupo Sonae beneficiou com encaixe extraordinário

Negócios negocios@negocios.pt 07 de Maio de 2007 às 21:10
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(corrige notícia para dar conta que lucros desceram. O aumento de 87% exclui o ganho extraordinário de 13 milhões registado no primeiro trimestre de 2006)

A Modelo Continente obteve resultados líquidos de 15 milhões de euros no primeiro trimestre, um valor que representa uma queda de 29% face ao mesmo período do ano passado, pois nesse trimestre a empresa do Grupo Sonae beneficiou com encaixe extraordinário relativo à venda da unidade brasileira.

Os lucros de 15 milhões de euros comparam com os 21 milhões de euros obtidos no primeiro trimestre do ano passado. Nesse período a Modelo beneficiou com o complementar de 13 milhões de euros verificado em 2006 e resultante do ajuste positivo de preço decorrente da conclusão do processo de "due diligence" previsto aquando da celebração do acordo de venda da Sonae Distribuição Brasil à Wal-Mart.

Em termos comparáveis, ou seja, excluindo este contributo, os lucros da Modelo Continente aumentaram 87%.

A empresa do Grupo Sonae terminou o primeiro trimestre de 2007 com um volume de negócios consolidado de 725 milhões de Euros, mais 12% do que no mesmo período de 2006.

Nos primeiros três meses do ano, o EBITDA (ou "cash-flow" operacional) da Modelo Continente totalizou os 46 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 32%. Este valor representa 6,3% do volume de negócios e traduz um acréscimo de 0,9 pontos percentuais face ao período homólogo.

A Modelo Continente terminou o primeiro trimestre com um volume de negócios consolidado de 725 milhões de euros, o que representa um crescimento de 12% face ao mesmo período de 2006.

Segundo o comunicado da empresa, para esta evolução contribuíram o "desempenho muito positivo do universo comparável de lojas, tanto na base alimentar como na base não alimentar e o impacto da estratégia de crescimento pela via orgânica que nos últimos doze meses se materializou na abertura de 88 novas lojas correspondentes a 44 mil metros quadrados".

O endividamento líquido da empresa ascendeu, neste período, a 541 milhões de euros.

No mesmo comunicado, a Modelo Continente reafirma a sua "intenção de prosseguir o plano de crescimento delineado para o ano em curso, e que compreende o aumento de mais de 10% da área de venda instalada". Outra das prioridades da empresa é a consolidação e o desenvolvimento dos programas de fidelização lançados nos últimos meses.

A Sonae SGPS, que controla 100% da Modelo Continente, apresenta resultados na quinta-feira.

 

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