Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Lucros da RWE poderão ter caído 20% em 2003

A RWE, terceira maior eléctrica europeia, disse que os seus lucros caíram até 20% em 2003, devido, não só aos custos que teve com a sua expansão nos mercados de electricidade e de água dos Estados Unidos, mas também por causa da redução de resultados líqu

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 06 de Janeiro de 2004 às 12:42
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

A RWE, terceira maior eléctrica europeia, disse que os seus lucros caíram até 20% em 2003, devido, não só aos custos que teve com a sua expansão nos mercados de electricidade e de água dos Estados Unidos, mas também por causa da redução de resultados líquidos por parte das suas unidades não eléctricas.

Os lucros caíram de 1,05 mil milhões de euros, em 2002, disse um porta-voz da eléctrica, Michael Rosen, sem, no entanto, dar estimativas para o próximo ano.

Os resultados operacionais em Essen, base germânica da RWE, aumentaram pelo menos 18% de 4,5 mil milhões de euros em 2002, coincidindo com as expectativas dos analistas.

Em Março, a RWE tinha previsto uma quebra até 30% nos lucros anuais, beneficiando da valorização do euro face ao dólar e libra, o que reduziu o custo de dez mil milhões de aquisições nos Estados Unidos e Grã-bretanha.

O presidente executivo, Harry Roels também vendeu activos para evitar a queda nos lucros.

As acções da RWE valorizaram 27% no ano passado, quase duas vezes tanto quanto o índice da Bloomberg das eléctricas europeias.

Os lucros operacionais foram estimulados por um aumento no negócio energético da RWE, ajudado pela integração do Innogy Holdings PLc no Reino Unido e pela recuperação dos preços internos, que subiram depois do mercado alemão se abrir à competição.

Os analistas tinham previsto um aumento de 19% nos lucros operacionais para os 5,4 mil milhões de euros.

A RWE disse, em Novembro, que os lucros operacionais iriam subir pelo menos 15%.

A eléctrica alemã está a aumentar os preços novamente, depois da Alemanha ter começado a seguir outros países europeus e de ter estabelecido um poder regulador a meio do ano.

O presidente executivo da RWE, Roels, também combinou as unidades de electricidade e gás e fundiu as unidades que produzem energia, o que levou à redução de mil postos de trabalho e mais de 300 milhões de euros em poupanças anuais.

Ver comentários
Mais lidas
Outras Notícias