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Lucros da SAG aumentam 10,9% com crescimento no Brasil

A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 31 de Julho de 2006 às 17:55
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A Soluções Automóvel Globais (SAG) aumentou os resultados líquidos do primeiro semestre em 10,9%, para 7,4 milhões de euros, com a companhia a aumentar as receitas, sobretudo no negócio brasileiro.

O EBITDA da empresa do sector automóvel totalizou 23 milhões de euros, mais 25,3% do que no primeiro semestre do ano passado. O volume de negócios subiu 7,5% para 365 milhões de euros.


A empresa explica a melhoria dos resultados com o crescimento das receitas, sobretudo no Brasil, onde a sua filial registou uma subida de 65,5% no volume de negócios, para 30,4 milhões de euros.

A SAG [sag] assinala ainda a redução do endividamento líquido, que diminuiu 17,3% no semestre passando para 336,8 milhões de euros. «Esta substancial diminuição do valor da dívida líquida resultou, em grande medida, do facto de o financiamento da actividade da Multirent ter passado a ser assegurado pelo Santander Consumer, no âmbito da parceria estabelecida em 2005, sendo este valor também influenciado pelas medidas de controle do valor do capital circulante e pelas necessidades de financiamento do crescimento da carteira da Unidas», refere o comunicado da empresa.

Na área da distribuição automóvel, e «apesar da tendência negativa que o mercado automóvel apresentou», a SIVA registou um número de viaturas vendidas que ascendeu a 15 711 unidades, o que traduz um valor próximo do verificado em igual período de 2005. Assim, segundo a SAG, a SIVA reforçou a sua quota de mercado total para 11,03%, contra os 10,4% verificados no primeiro semestre de 2005.

E a empresa está optimista para o segundo semestre, pois as perspectivas apontam para a continuação da boa performance da Volkswagen e para o reforço da quota de mercado da Skoda.

No negócio no Brasil, a SAG diz que a Unidas «à semelhança ao já registado ao longo do ano de 2005», continua a apresentar níveis de crescimento elevados, tendo finalizado o primeiro semestre deste ano com um total de 13.237 contratos, o que representa um aumento de 65% face ao período homólogo do ano anterior.


As acções da SAG fecharam hoje a subir 0,61% para 1,65 euros.

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