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Lucros da Soares da Costa atingem os 12 milhões de euros em 2007

O resultado consolidado atribuível da Soares da Costa atingiu os 12 milhões de euros em 2007, mais do que duplicando o resultado do ano anterior, anunciou a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

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O resultado consolidado atribuível da Soares da Costa atingiu os 12 milhões de euros em 2007, mais do que duplicando o resultado do ano anterior, anunciou a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A empresa acrescenta que o volume de negócios consolidado no ano passado ascendeu a 550,5 milhões de euros, o que corresponde a uma descida de 2,1% face ao ano anterior, enquanto o EBITDA totalizou os 36,2 milhões de euros, o que representa um ganho de 4,7% face ao exercício de 2006.

Esta diminuição do volume de negócios justifica-se com a conclusão de obras importantes, como é o caso do metropolitano do Porto e do aeroporto Sá Carneiro, que ficaram concluídos em 2006, e a valorização do euro face ao dólar.

Ainda assim, o volume de negócios do grupo de construção no negócio no estrangeiro avançou 7% para os 371,6 milhões de euros, face a 2006, passando a representar 67,5% do volume de negócios total da empresa.

Por países, Portugal contribuiu com 32,5% da actividade da empresa, enquanto o mercado angolano representou 41,5% do volume de negócios consolidado no ano passado. Nos Estados Unidos, a Soares da Costa facturou 17,3%.

A Soares da Costa referiu ainda em comunicado que o custo líquido de financiamento se agravou em 2007 devido ao aumento das taxas de juro e ao aumento do nível de endividamento nos últimos meses do ano, passando de 6,5 milhões de euros para 9,1 milhões de euros. Apesar destes factores negativos, a empresa conseguiu terminar o ano com uma melhoria dos resultados financeiros, que se situaram num rpejuízo de 10,9 milhões em 2007, face a perdas de 11,8 milhões em 2006.

No mesmo período, os resultados operacionais fixaram-se nos 23.492 milhões de euros, dos quais 20.720 milhões vieram do sector da construção.

Os investimentos financeiros cresceram dos 35,1 para os 64,2 milhões de euros, impulsionados pelo adiantamentos feito no âmbito dos contratos-promessa de aquisição de acções da Scutvias, "tendentes ao aumento da participação do grupo nesta participada, no valor de 37 milhões de euros, mas cujos contratos definitivos aguardam ainda decisões e autorizações de terceiros para plena e formal concretização".

O total do passivo aumentou de 519,9 milhões para 676,6 milhões de euros, enquanto o endividamento líquido se situou nos 313,6 milhões de euros, face a 167,7 milhões registados no ano anterior.

 

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