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Lucros da Somague caem 16,2% em 2002 com amortizações e queda real

Os lucros da Somague em 2002 caíram 16,2%, devido a amortizações, perdas em algumas unidades em África e à desvalorização do real, revelou em comunicado a construtora liderada por Diogo Vaz Guedes.

Ricardo Domingos rdomingos1@gmail.com 12 de Março de 2003 às 18:51
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Os lucros da Somague em 2002 caíram 16,2%, devido a amortizações, perdas em algumas unidades em África e à desvalorização do real, revelou em comunicado a construtora liderada por Diogo Vaz Guedes.

Os resultados líquidos atingiram os 7,22 milhões de euros, o que compara com lucros de 8,62 milhões de euros em 2001, apesar das vendas terem aumentado 24,1% para os 769,65 milhões de euros.

A discrepância entre o crescimento do negócio e os lucros resulta «do aumento das amortizações por via (...) dos trespasses resultantes das aquisições efectuadas, e dos prejuízos registados nos mercados de Marrocos (com o termo da actividade da subsidiária local) Moçambique e Cabo Verde, para além do efeito da desvalorização do real nos resultados das concessões rodoviárias brasileiras», segundo o comunicado da empresa.

Os resultados operacionais desceram 9,1% para os 19,85 milhões de euros, enquanto o activo total cresceu 33,2% para os 910,58 milhões de euros. A empresa não detalhou o valor das amortizações.

«O crescimento da actividade, o atraso no financiamento dos novos estádios (Luz, Antas e Bessa, sob a alçada da Somague Engenharia) e o reforço da posição no ACE (Agrupamento Complementar de Empresas) do Metro do Porto vieram provocar um crescimento para 910 milhões de euros do activo total, e um crescimento do endividamento consolidado para 266 milhões de euros», afirma a empresa.

As acções da Somague fecharam a subir 3,68% para os 9,30 euros.

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