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Lucros das empresas do PSI-20 melhoram 34,4% até Setembro (correcção)

Os resultados líquidos das empresas componentes do índice PSI-20 melhoraram 34,4%, entre Janeiro e Setembro desde ano, face ao período homólogo. Das seis empresas que tinham prejuízos o ano passado, metade – Sonae, JM e PT Multimédia - passou a ter lucros

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt | Bárbara Leite 31 de Outubro de 2003 às 12:34
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(Correcção: Muda valores da SAG Gest; altera variações percentuais da Impresa, ParaRede, e Sonaecom; ajusta somatório e adapta texto)

Os resultados líquidos das empresas componentes do índice PSI-20 melhoraram 34,4%, entre Janeiro e Setembro desde ano, face ao período homólogo. Das seis empresas que tinham prejuízos o ano passado, metade – Sonae, JM e PT Multimédia - passou a ter lucros.

Os resultados líquidos das empresas que ponderam no índice PSI-20 melhoraram 34,64%, entre Janeiro e Setembro desde ano, face ao período homólogo. Das seis empresas que tinham prejuízos no ano passado, metade – Sonae, JM e PT Multimédia - passou a ter lucros.

A venda de activos não rentáveis ou activos que geraram mais-valias e limpezas do passivo com melhorias operacionais, são os principais motivos que reflectiram essa recuperação. Entre as 20 empresas que compõem o principal índice nacional, 10 denotaram uma subida de lucros ou redução dos prejuízos, e três passaram de uma situação deficitária para uma situação de lucros.

As três empresas que conseguiram inverter para lucros – Sonae, Jerónimo Martins e PT Multimédia - são mesmo as principais responsáveis pela melhoria conjunta dos lucros das empresas do PSI-20.

A Jerónimo Martins e a Sonae regressaram aos lucros e a PT Multimedia registou, pela primeira vez, resultados líquidos positivos. O incremento das operações na televisão por subscrição e na banda larga, aliado à contenção de custos da companhia levaram ao “break even” dos resultados no terceiro trimestre do ano.

Em igual período, a operadora liderada por Zeinal Bava obteve prejuízos de 119 milhões de euros (41,1 milhões de euros em pró-forma).

A Sonae regressa aos resultados líquidos positivos, com a ajuda de extraordinários no valor de 380 milhões de euros, que resultaram, basicamente da realização das mais-valias com a venda de activos e participações financeiras, como no centro comercial Vasco da Gama ou a posição no Banco BPI [BPIN].

A distribuidora nacional liderada por Soares dos Santos [JMAR], por seu lado, foi beneficiada por ter alienado activos não rentáveis no Brasil e na Polónia e ter reduzido os encargos com a dívida.

Ainda no «vermelho» continuam a Impresa, ParaRede e Sonaecom, mas estas empresas viram os seus prejuízos diminuírem substancialmente e para 2004 prometem lucros.

A prejudicar a «performance» dos resultados do índice, estiveram o Banco Comercial Português (BCP) que baixou lucros com nova contabilização das provisões e a Brisa, reflectindo o fim dos benefícios fiscais.

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